O jornalismo da Rede Record está muito preso aos desejos de vingança do chefão. É claro que o “cair no Espírito” é uma falsa doutrina, mas é um fenômeno bem antigo. Então, por que somente agora a Rede Record teve interesse pelo tema?
A linguagem da reportagem traz a ideia que o movimento é recente, porém essas meninices já têm mais de duas décadas. O motivo? Uma forma de combater a Ana Paula Valadão, que é adepta do “cair no Espírito” e uma contratada da gravadora Som Livre. A apologética do vingativo autointitulado bispo Edir Macedo só tem uma motivação: dinheiro, dinheiro e dinheiro!
O cair no Espírito é uma prática bizarra e sem sustentação bíblica, mas a apologética do Edir Macedo não é motivada pelo zelo do Evangelho. Edir Macedo é um exemplo de que algumas vezes você pode falar a verdade pela motivação errada.
A igreja Universal do Reino de deus está em decadência. O Domingo Espetacular deu continuidade a um ataque do bispo contra o Movimento Pentecostal no Brasil. Edir Macedo havia criticado os movimentos pentecostais no dia 8 de setembro, quando publicou em seu blog vídeos em que faz comparações das manifestações pentecostais a Centros Espíritas.
Só que o Edir Macedo esqueceu de comparar os ritos da igreja Universal com as práticas da igreja Católica e dos terreiros de Macumba. Nós não reconhecemos o bispo Macedo como autoridade espiritual, moral e nem ética.
A igreja Universal não pode criticar os pentecostais, pois não segue a Bíblia. A verdade é que a rede Record está desesperada por audiência e a igreja Universal por membros. Eles estão em decadência.
Claro que nós rejeitamos o cai-cai como prática bíblica. Os argumentos bíblicos utilizados para defender o ‘Cair no Espírito’, são argumentos irracionais, fora do contexto bíblico.
A matéria é boa, apesar de ter sido preparada pela rede Record.
Assista a reportagem:
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Ratinho critica pastor da Igreja Mundial por divulgar milagre financeiro
O apresentador Ratinho zombou do testemunho dado por um fiel da Igreja Mundial do Poder de Deus que afirma que passou a toalha “Sê Tu Uma Benção” na porta do banco e teve sua dívida paga. O vídeo foi apresentando no quadro “Passa de Novo” e foi um pedido de uma telespectadora do programa do SBT.
No vídeo que caiu no YouTube um homem testemunha que de noite passou a toalha na maçaneta da porta do banco e no outro dia voltou para ver sua dívida que estava em R$18 mil e o gerente lhe informou que a dívida estava paga.
“Mas que absurdo fazem alguns pastores de igrejas. Ai é chamar a população de besta”, disse o apresentador que acredita em curas por meio da fé. “É apelação achar que Deus vai se preocupar com dinheiro. Quem é o idiota que vai acreditar nessa mentira”, diz.
Ratinho, que frequenta a Igreja Católica e a Assembléia de Deus, chamou atenção do pastor que aparece no vídeo dizendo que o que ele faz é estelionato e que ele deveria ir para cadeia. “Eu duvido que o senhor conheça a Bíblia, eu duvido que o senhor conheça a palavra de Deus! Isso é enganação, o que o senhor está fazendo é estelionato. O senhor deveria estar na cadeia”, diz Carlos Massa.
Além de criticar o pastor e dizer que esses testemunhos são combinados, ele também pede para que seus telespectadores tomem cuidado com esses pastores que saem anunciando que fazem milagres.
Assista:
No vídeo que caiu no YouTube um homem testemunha que de noite passou a toalha na maçaneta da porta do banco e no outro dia voltou para ver sua dívida que estava em R$18 mil e o gerente lhe informou que a dívida estava paga.
“Mas que absurdo fazem alguns pastores de igrejas. Ai é chamar a população de besta”, disse o apresentador que acredita em curas por meio da fé. “É apelação achar que Deus vai se preocupar com dinheiro. Quem é o idiota que vai acreditar nessa mentira”, diz.
Ratinho, que frequenta a Igreja Católica e a Assembléia de Deus, chamou atenção do pastor que aparece no vídeo dizendo que o que ele faz é estelionato e que ele deveria ir para cadeia. “Eu duvido que o senhor conheça a Bíblia, eu duvido que o senhor conheça a palavra de Deus! Isso é enganação, o que o senhor está fazendo é estelionato. O senhor deveria estar na cadeia”, diz Carlos Massa.
Além de criticar o pastor e dizer que esses testemunhos são combinados, ele também pede para que seus telespectadores tomem cuidado com esses pastores que saem anunciando que fazem milagres.
Assista:
Estou farto. Basta! ( 2 )
Estou farto. Basta.
Basta de pastores que tratam a membresia como se fosse propriedade sua.
Basta de pastores-poetas inventores de falsos evangelhos que destituem Deus de sua soberania.
Basta de cristãos preguiçosos que dizem que estudar Teologia deixa o crente frio.
Basta da Teologia Liberal e seus absurdos.
Basta de se preocupar mais com o número de membros do que com a qualidade dos membros.
Basta de apelos que forjam falsas salvações só porque alguém foi à frente e levantou a mão.
Basta de achar que discipulado são meia dúzia de aulas sobre a fé, em vez de uma longa caminhada pessoal do cristão maduro com o novo-convertido.
Basta de impostações artificiais de voz na hora da pregação, simulando autoridade divina.
Basta de gente que sobe ao púlpito para fazer propaganda de livros, CDs e DVDs.
Basta de gente que nunca pegou um livro de História da Igreja e quer discutir sobre a Igreja dos nossos dias, repetindo os mesmos erros do passado.
Basta de jovens cristãos cheios de testosterona que querem revolucionar a Igreja mas não sabem de cor nem ao menos o fruto do espírito, os Dez Mandamentos ou os Profetas Menores.
Basta de achar que combater o diabo é mais importante que proclamar Cristo.
Basta de achar que o diabo manda mais na Terra do que Deus.
Basta de pastores que tratam a membresia como se fosse propriedade sua.
Basta de pastores-poetas inventores de falsos evangelhos que destituem Deus de sua soberania.
Basta de cristãos preguiçosos que dizem que estudar Teologia deixa o crente frio.
Basta da Teologia Liberal e seus absurdos.
Basta de se preocupar mais com o número de membros do que com a qualidade dos membros.
Basta de apelos que forjam falsas salvações só porque alguém foi à frente e levantou a mão.
Basta de achar que discipulado são meia dúzia de aulas sobre a fé, em vez de uma longa caminhada pessoal do cristão maduro com o novo-convertido.
Basta de impostações artificiais de voz na hora da pregação, simulando autoridade divina.
Basta de gente que sobe ao púlpito para fazer propaganda de livros, CDs e DVDs.
Basta de gente que nunca pegou um livro de História da Igreja e quer discutir sobre a Igreja dos nossos dias, repetindo os mesmos erros do passado.
Basta de jovens cristãos cheios de testosterona que querem revolucionar a Igreja mas não sabem de cor nem ao menos o fruto do espírito, os Dez Mandamentos ou os Profetas Menores.
Basta de achar que combater o diabo é mais importante que proclamar Cristo.
Basta de achar que o diabo manda mais na Terra do que Deus.
Itamaraty renova passaporte diplomático de Edir Macedo
O governo renovou o passaporte diplomático do bispo Edir Macedo (foto), chefe da Igreja Universal. A informação é de Lauro Jardim, do site da Veja.
Macedo está sendo investigado pelo Ministério Público Federal porque é suspeito de ter formado uma quadrilha para lavar dinheiro do dízimo no Exterior, entre outros crimes.
O passaporte diplomático só deveria ser concedido a funcionários do Itamaraty e às autoridades governamentais que viajam ao Exterior como representantes do Brasil.
Os portadores do passaporte diplomático têm tratamento privilegiado nos aeroportos do Brasil e de outros países. Entre outras coisas, eles não precisam se submeter a filas e revistas. O documento é concedido sem nenhum custo.
Bispos da Igreja Católica desfrutam do benefício há muitos anos.
Mais recentemente o pastor R.R. Soares, da Igreja da Graça, obteve esse passaporte especial com a ajuda do senador Marcelo Crivela (PRB-RJ), que fez o pedido ao Itamarati. Soares e Macedo têm avião particular.
Jean Wyllys contra-ataca:
“Cadê o passaporte diplomático de Mãe Stella de Oxóssi?”, perguntou o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) ao questionar a decisão do governo de renovar a concessão desse documento especial a Edir Macedo, chefe da Igreja Universal.
Maria Stella de Azevedo Santos, a Mãe Stella de Oxóssi, é uma ialorixá que escreveu livros sobre a sua religião e que tem feito viagens ao Exterior para falar sobre a cultura brasileira.
Ele argumentou que, já que houve a quebra de finalidade do documento, todos os líderes religiosos deveriam ter o direito o privilégio hoje restrito a Edir Macedo e a outros poucos religiosos.
“Cadê também o passaporte diplomático do rabino Nilton Bonder?, quis saber o deputado, referindo-se ao responsável pela Congregação Judaica do Brasil.
Wyllys lembrou que Edir Macedo é réu em um processo que tramita na Justiça Federal em São Paulo sobre lavagem de dinheiros no Exterior, e esse deveria ser mais um motivo para que não houvesse a concessão do privilégio.
Ora, passaporte diplomático não deveria ser concedido a autoridades políticas quando estes representam o país no exterior? Então por que que os Senhores R.R. Soares, Macedo e cia gozam deste direito? Acaso estes Senhores viajam para fazer uma missão humanitária? Ou algo de cunho estritamente politico? Não! Sendo assim os passaportes foram concedidos de forma errônea, e a lei é para todos, se o Edir Macedo pode, Maria Stella também pode.
Já que houve a quebra de finalidade do documento, todos os líderes religiosos deveriam ter o direito, o privilégio, hoje restrito a Edir Macedo e a outros poucos religiosos.
Mas, coitados de nós… (risos!) Nós além de hereges (sim, pois quem anda na contramão do mundo gospel hoje em dia é herege aos olhos dos EmVãoGélicos brasileiros), somos todos uns pastorzinhos insignificantes. Se ao menos nós fôssemos apóstolos, patriarcas ou bispos, dava até para tentar, mas nós somos apenas pastorzinhos (e olha que pastor é o título “mais raso” da hierarquia EmVãoGelica tupiniquim!). Isso é coisa pra gente de grana, de projeção midiática e bons do bolso. Acostumemo-nos com as filas nos aeroportos, porque essa “Bença” não é pra ralé não!
Mas isso são coisas que só acontecem na República das Bananas.
Macedo está sendo investigado pelo Ministério Público Federal porque é suspeito de ter formado uma quadrilha para lavar dinheiro do dízimo no Exterior, entre outros crimes.
O passaporte diplomático só deveria ser concedido a funcionários do Itamaraty e às autoridades governamentais que viajam ao Exterior como representantes do Brasil.
Os portadores do passaporte diplomático têm tratamento privilegiado nos aeroportos do Brasil e de outros países. Entre outras coisas, eles não precisam se submeter a filas e revistas. O documento é concedido sem nenhum custo.
Bispos da Igreja Católica desfrutam do benefício há muitos anos.
Mais recentemente o pastor R.R. Soares, da Igreja da Graça, obteve esse passaporte especial com a ajuda do senador Marcelo Crivela (PRB-RJ), que fez o pedido ao Itamarati. Soares e Macedo têm avião particular.
Jean Wyllys contra-ataca:
“Cadê o passaporte diplomático de Mãe Stella de Oxóssi?”, perguntou o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) ao questionar a decisão do governo de renovar a concessão desse documento especial a Edir Macedo, chefe da Igreja Universal.
Maria Stella de Azevedo Santos, a Mãe Stella de Oxóssi, é uma ialorixá que escreveu livros sobre a sua religião e que tem feito viagens ao Exterior para falar sobre a cultura brasileira.
Ele argumentou que, já que houve a quebra de finalidade do documento, todos os líderes religiosos deveriam ter o direito o privilégio hoje restrito a Edir Macedo e a outros poucos religiosos.
“Cadê também o passaporte diplomático do rabino Nilton Bonder?, quis saber o deputado, referindo-se ao responsável pela Congregação Judaica do Brasil.
Wyllys lembrou que Edir Macedo é réu em um processo que tramita na Justiça Federal em São Paulo sobre lavagem de dinheiros no Exterior, e esse deveria ser mais um motivo para que não houvesse a concessão do privilégio.
Ora, passaporte diplomático não deveria ser concedido a autoridades políticas quando estes representam o país no exterior? Então por que que os Senhores R.R. Soares, Macedo e cia gozam deste direito? Acaso estes Senhores viajam para fazer uma missão humanitária? Ou algo de cunho estritamente politico? Não! Sendo assim os passaportes foram concedidos de forma errônea, e a lei é para todos, se o Edir Macedo pode, Maria Stella também pode.
Já que houve a quebra de finalidade do documento, todos os líderes religiosos deveriam ter o direito, o privilégio, hoje restrito a Edir Macedo e a outros poucos religiosos.
Mas, coitados de nós… (risos!) Nós além de hereges (sim, pois quem anda na contramão do mundo gospel hoje em dia é herege aos olhos dos EmVãoGélicos brasileiros), somos todos uns pastorzinhos insignificantes. Se ao menos nós fôssemos apóstolos, patriarcas ou bispos, dava até para tentar, mas nós somos apenas pastorzinhos (e olha que pastor é o título “mais raso” da hierarquia EmVãoGelica tupiniquim!). Isso é coisa pra gente de grana, de projeção midiática e bons do bolso. Acostumemo-nos com as filas nos aeroportos, porque essa “Bença” não é pra ralé não!
Mas isso são coisas que só acontecem na República das Bananas.
Eu estou farto! Basta! ( 1 )
Eu estou farto.
Farto da diabólica Teologia da Prosperidade.
Farto de expressões antibíblicas da herética Confissão Positiva, como “eu decreto…”, “eu declaro…”, “eu tomo posse…”
Farto de ouvir a expressão “em nome de Jesus” ser usada como “abracadabra”.
Farto de pessoas que nunca leram a Biblia quererem ficar ensinando cristianismo a partir de experiências pessoais.
Farto de gente que diz “eis que te digo” sem que Deus tenha dito nada.
Farto da vaidade gospel.
Farto de cantores gospel sem nenhum compromisso com o Evangelho.
Farto de letras de musicas gospel que em vez de exaltar Deus ficam pedindo a Ele para nos saciar.
Eu estou farto da minha própria pecaminosidade.
Perguntas que os Evangélicos não querem responder
Por favor, alguém pode me explicar por que palavras como “paixão”, “fogo”, “glória”, “poder” e “unção” vendem muito mais CDs do que “graça”, “misericórdia” e “perdão”?
Por que aqueles que mais falam sobre “prosperidade” evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, I Timóteo 6:8 e Habacuque 3:17-18?
Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como “ajudar os domésticos na fé” e “não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade”? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?
Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra “amarrar o espírito de perseguição”, pra “repreender a potestade de Roma”, ou coisa semelhante?
Por que Atos 2:4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42?
Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, mas tão pouca gente sabe I João 3:16?
Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular (EU), quando a proporção nos salmos é muito menor?
Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como “rios de unção” e “chuvas de avivamento”, ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?
Por que se canta todos os dias “Hoje o meu milagre vai chegar”? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de “hoje”?
Por que Jó não cantou “restitui, eu quero de volta o que é meu”, nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de “campanha de libertação” quando perdeu tudo?
Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, “doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor”? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?
Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é “espírito ruim” das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os “espíritos ruins” já foram “amarrados” uma vez, por que todo ano eles precisam ser “amarrados” de novo?
Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais “atos proféticos”? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la?
Por que Deuteronômio 28:13 (“o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda”) é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 (“somos considerados como o lixo do mundo”) ninguém gosta de citar?
Será que ninguém percebe que algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro?
Eu só queria saber…
Por que aqueles que mais falam sobre “prosperidade” evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, I Timóteo 6:8 e Habacuque 3:17-18?
Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como “ajudar os domésticos na fé” e “não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade”? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?
Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra “amarrar o espírito de perseguição”, pra “repreender a potestade de Roma”, ou coisa semelhante?
Por que Atos 2:4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42?
Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, mas tão pouca gente sabe I João 3:16?
Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular (EU), quando a proporção nos salmos é muito menor?
Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como “rios de unção” e “chuvas de avivamento”, ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?
Por que se canta todos os dias “Hoje o meu milagre vai chegar”? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de “hoje”?
Por que Jó não cantou “restitui, eu quero de volta o que é meu”, nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de “campanha de libertação” quando perdeu tudo?
Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, “doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor”? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?
Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é “espírito ruim” das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os “espíritos ruins” já foram “amarrados” uma vez, por que todo ano eles precisam ser “amarrados” de novo?
Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais “atos proféticos”? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la?
Por que Deuteronômio 28:13 (“o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda”) é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 (“somos considerados como o lixo do mundo”) ninguém gosta de citar?
Será que ninguém percebe que algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro?
Eu só queria saber…
Quem sentiu a presença de Deus nesta noite?
Em nove de cada dez cultos pentecostais ouvimos a pergunta acima. Mas o que é sentir a presença de Deus? Será um arrepio? Será um choro? Ou um impulso para gritar? Ora, podemos resumir a presença do Altíssimo em manifestações sensoriais? Não, evidente que não! Mas também é evidente que a manifestação da presença do Senhor em partes das Sagradas Escrituras é sensorial, porém não devemos resumir a isso. A vaidade sempre bate na porta do nosso coração para dizer: "Olha, você é uma pessoal muito espiritual porque chorou na hora do louvor". Só que a voz da vaidade fala o que o coração corrompido quer ouvir.
Quando penso nesse assunto sempre gosto de lembrar 1 Reis 19. 11-13, que relato o encontro do profeta Elias com Deus em um momento de profunda melancolia:
O Senhor lhe disse: "Saia e fique no monte, na presença do Senhor, pois o Senhor vai passar". Então veio um vento fortíssimo que separou os montes e esmigalhou as rochas diante do Senhor, mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto. Depois do terremoto houve um fogo, mas o Senhor não estava nele. E depois do fogo houve o murmúrio de uma brisa suave. Quando Elias ouviu, puxou a capa para cobrir o rosto, saiu e ficou à entrada da caverna. E uma voz lhe perguntou: "O que você está fazendo aqui, Elias? "
A brisa suave representou a presença do Deus Todo-Poderoso. Vejam que o fortíssimo vento que quebrou rochas, onde Elias pensava encontrar Deus, ali Ele não estava. Deus estava no silêncio. Sim, Ele chegou com "uma voz mansa e delicada" (ARC e Almeida Fiel). É interessante como as traduções variam para descrever esse momento. Além das traduções já citadas (NVI, ARC e ACF) temos: "um sussurro calmo e suave" (NTLH), "um cicio tranquilo e suave" (ARA), "uma brisa suave começou a soprar" (The Message), "o ruído de uma leve brisa" (Bíblia de Jerusalém), "uma voz calma e suave" (Almeida Contemporânea), "uma voz mansa e suave" (Almeida Século XXI) e "uma voz dum suave silêncio" (Sociedade Bíblica Britânica e Tradução Brasileira). Todas as traduções refletem a variedade da expressão hebraica que literalmente significa a "quietude esmagada".
Os pentecostais, precisam buscar Deus mais e mais no silêncio. Muitos pentecostais ainda confundem barulho com espiritualidade. A exegese malfeita de Atos 2 justifica toda espécie de bizarrice.
Então, podemos "sentir" a presença de Deus no mais completo silêncio, desde que o nosso coração esteja voltado para Ele.
Quando penso nesse assunto sempre gosto de lembrar 1 Reis 19. 11-13, que relato o encontro do profeta Elias com Deus em um momento de profunda melancolia:
O Senhor lhe disse: "Saia e fique no monte, na presença do Senhor, pois o Senhor vai passar". Então veio um vento fortíssimo que separou os montes e esmigalhou as rochas diante do Senhor, mas o Senhor não estava no vento. Depois do vento houve um terremoto, mas o Senhor não estava no terremoto. Depois do terremoto houve um fogo, mas o Senhor não estava nele. E depois do fogo houve o murmúrio de uma brisa suave. Quando Elias ouviu, puxou a capa para cobrir o rosto, saiu e ficou à entrada da caverna. E uma voz lhe perguntou: "O que você está fazendo aqui, Elias? "
A brisa suave representou a presença do Deus Todo-Poderoso. Vejam que o fortíssimo vento que quebrou rochas, onde Elias pensava encontrar Deus, ali Ele não estava. Deus estava no silêncio. Sim, Ele chegou com "uma voz mansa e delicada" (ARC e Almeida Fiel). É interessante como as traduções variam para descrever esse momento. Além das traduções já citadas (NVI, ARC e ACF) temos: "um sussurro calmo e suave" (NTLH), "um cicio tranquilo e suave" (ARA), "uma brisa suave começou a soprar" (The Message), "o ruído de uma leve brisa" (Bíblia de Jerusalém), "uma voz calma e suave" (Almeida Contemporânea), "uma voz mansa e suave" (Almeida Século XXI) e "uma voz dum suave silêncio" (Sociedade Bíblica Britânica e Tradução Brasileira). Todas as traduções refletem a variedade da expressão hebraica que literalmente significa a "quietude esmagada".
Os pentecostais, precisam buscar Deus mais e mais no silêncio. Muitos pentecostais ainda confundem barulho com espiritualidade. A exegese malfeita de Atos 2 justifica toda espécie de bizarrice.
Então, podemos "sentir" a presença de Deus no mais completo silêncio, desde que o nosso coração esteja voltado para Ele.
Lula no SUS?
No SUS falta quase tudo. Por que Lula deveria arriscar a vida ali?
Câncer é coisa séria, que precisa ter tratamento qualificado. É por isso que Lula não está se tratando no SUS (Sistema Único de Saúde). Ele optou por um caro hospital particular, não porque seja o homem mais inteligente do Brasil, mas porque qualquer brasileiro minimamente inteligente sabe que o sistema público de saúde geralmente faz muito menos, e às vezes nada, para os pacientes e sua saúde.
Um paciente no SUS tem pouca chance de ser bem tratado e sair vivo. Se a doença é grave, ele geralmente sai morto. Se a doença não é grave, ele corre o risco de sair com infecção hospitalar. Alguém pode condenar Lula por riscar o SUS de suas opções de tratamento?
Lula está perdendo sua melhor chance para honrar seus princípios populistas. Como bom demagogo, deveria continuar fingindo que gosta de povo e ir pra fila do SUS, esperando com paciência tupiniquim por uma vaga. Assim, ele saberia o que fez pela saúde pública do país durante o seu governo. Seria sua melhor tacada eleitoral. Pena que — ao fim da fila — ele não estaria vivo pra cantar vitória, pois a espera pelo tratamento seria muito longa e aí... (Tá, tá, eu sei: os petistas não gostam de beber do próprio veneno!
Sim, Lula é homem do povo — assim diz ele. Mas na hora crucial, se ele ficar com o povo no SUS, ele terá as mesmas probabilidades de sobrevivência do povo. É nessa hora que ele sabe que seu discurso sobre as maravilhas do SUS não tem o mínimo valor.
A função do Estado não é e nunca foi cuidar da saúde e educação da população. Quando o Estado tenta, fracassa. Sua responsabilidade é cuidar da ordem e da segurança. Quando o Estado cuida da saúde, saia de perto. É exatamente por isso que Lula saiu de perto.
Com sua opção de não escolher o SUS, Lula prova que os milhões de impostos roubados da população para suspostamente financiar um SUS que ele julga maravilhoso não fazem nada a não ser inchar o Estado e o bolso de seus corruptos.
O sistema de saúde ideal não virá com um Estado que mente e rouba impostos com a desculpa eterna de investir na melhoria da saúde do povo. Virá com a compreensão de que a saúde é melhor tratada de forma particular. Lula — o socialista, o homem do povo — provou isso.
Lula certamente merece o SUS, pois cada um deve colher o que plantou. Se ele não colher aqui, a justiça de Deus na eternidade será perfeita
Câncer é coisa séria, que precisa ter tratamento qualificado. É por isso que Lula não está se tratando no SUS (Sistema Único de Saúde). Ele optou por um caro hospital particular, não porque seja o homem mais inteligente do Brasil, mas porque qualquer brasileiro minimamente inteligente sabe que o sistema público de saúde geralmente faz muito menos, e às vezes nada, para os pacientes e sua saúde.
Um paciente no SUS tem pouca chance de ser bem tratado e sair vivo. Se a doença é grave, ele geralmente sai morto. Se a doença não é grave, ele corre o risco de sair com infecção hospitalar. Alguém pode condenar Lula por riscar o SUS de suas opções de tratamento?
Lula está perdendo sua melhor chance para honrar seus princípios populistas. Como bom demagogo, deveria continuar fingindo que gosta de povo e ir pra fila do SUS, esperando com paciência tupiniquim por uma vaga. Assim, ele saberia o que fez pela saúde pública do país durante o seu governo. Seria sua melhor tacada eleitoral. Pena que — ao fim da fila — ele não estaria vivo pra cantar vitória, pois a espera pelo tratamento seria muito longa e aí... (Tá, tá, eu sei: os petistas não gostam de beber do próprio veneno!
Sim, Lula é homem do povo — assim diz ele. Mas na hora crucial, se ele ficar com o povo no SUS, ele terá as mesmas probabilidades de sobrevivência do povo. É nessa hora que ele sabe que seu discurso sobre as maravilhas do SUS não tem o mínimo valor.
A função do Estado não é e nunca foi cuidar da saúde e educação da população. Quando o Estado tenta, fracassa. Sua responsabilidade é cuidar da ordem e da segurança. Quando o Estado cuida da saúde, saia de perto. É exatamente por isso que Lula saiu de perto.
Com sua opção de não escolher o SUS, Lula prova que os milhões de impostos roubados da população para suspostamente financiar um SUS que ele julga maravilhoso não fazem nada a não ser inchar o Estado e o bolso de seus corruptos.
O sistema de saúde ideal não virá com um Estado que mente e rouba impostos com a desculpa eterna de investir na melhoria da saúde do povo. Virá com a compreensão de que a saúde é melhor tratada de forma particular. Lula — o socialista, o homem do povo — provou isso.
Lula certamente merece o SUS, pois cada um deve colher o que plantou. Se ele não colher aqui, a justiça de Deus na eternidade será perfeita
Hoje tem espetáculo? Tem sim, pastor!
Fico me lembrando dos circos da época de criança nos quais o animador de auditório ou algum palhaço dirigia-se ao público perguntando a célebre frase: “Hoje tem espetáculo?” ao que o coro respondia: “Tem sim senhor”.
Se transmitirmos nossa imaginação para os cenários de muitas de nossas instituições religiosas, talvez ouçamos a mesma pergunta sendo a nós dirigida por um animador, ops, pastor ou ministro de louvor.
Quantos de nós não estamos acostumados a proclamar aos nossos irmãos sentados ao lado (é preciso sempre interagir não é mesmo? Nada de ficar quietinho – isso é coisa de “crente iceberg” diz um famoso pregador e conferencista internacional)… enfim, precisamos proclamar ao nosso irmão do lado que o culto, ou seria espetáculo? Será sobrenatural, se prepare meu irmão(a), depois dessa noite sua vida NUNCA mais será a mesma, após a oração forte de nossos ungidos TODA maldição estará quebrada (esqueceram de contar isso para Jesus que se esvaziou na cruz, carregando TODA a nossa DOR e MALDIÇÃO)
Prossigamos com o espetáculo, ops, perdoe-me novamente, culto.
Após a interação com os irmãos e algumas repetições do jargão evangeliquês, chega a hora da coreografia (todos juntos, por favor! E se você não faz direito – ai, ai, ai irmão; é sinal que não está sendo frequente em nossos cultos).
Assim se passa o tempo do “louvor” e agora que a platéia, ops novamente, as ovelhas estão bem receptivas, é hora da palavra ou dos testemunhos.
Os testemunhos são um caso à parte no show gospel, ops, perdoe-me, não sei o que está acontecendo comigo, fico confusa às vezes. São todos autocentrados, antropocêntricos, valorizam a mentalidade de gueto, somos os melhores, os intocáveis, outro dia ouvi um tristemunho, ops, testemunho, em que a senhora estava toda feliz por ter ido trabalhar numa empresa onde só trabalham crentes.
Sugiro que alguns desses irmãos ungidos e separados que não querem se contaminar com as coisas deste mundo planejem um protótipo de “foguete de Noé” e escolham algum planeta desabitado para lá dominarem como sacerdócio real e nação santa. Teremos a gospelândia pura e imaculada.
Após os testemunhos, você poderá ouvir uma ameaçadora palavra sobre dízimos e ofertas e se sentirá muitas vezes num assalto à bíblia armada com versículos vetero-testamentários obviamente.
Depois de lidas todas as maldições e proclamadas todas as bençãos aos fiéis não roubadores de Deus, vem o show-man, ops, pastor, com a GRANDE REVELAÇÃO da noite.
Logicamente a grande revelação não pertence ao NOVO TESTAMENTO, é envolta em rituais, sacrifícios, correntes, propósitos, TUDO para garantir que “determinando com fé” sua benção será garantida (caso não venha, não prometemos seu R$ de volta, a incredulidade do seu coração é que lhe roubou o agir do Senhor – penso no pobre Jesus na cruz novamente).
E assim rola a palestra motivacional, quer dizer, a pregação, cheia de textos fora de seus contextos, regada a muitos “aleluias” e “glórias à Deus”, algo que deixa consumidores, ops, ouvintes arrebatados e verdadeiros discípulos nauseados.
O ápice de tudo é o “apelo” ou seria APELAÇÃO? Emocionalismo barato, promessas de soluções imediatistas, tem horas que penso que vão esfregar a bíblia e de lá sairá o gênio da lâmpada mágica.
Venha e receba: TUDO! TODA A SOLUÇÃO! NESTA NOITE! COM ESTA CHAVE DA VITÓRIA! COM ESTA ROSA BRANCA! COM ESTE LENÇO UNGIDO!
Paro por aqui, preciso me levantar… o espetáculo é demais para mim!!!!
Me perdoem a acidez, mas estou farta desse pseudo-evangelho sem cruz, sem Cristo e sem Graça.
Cansei da barganha, cansei do entretenimento, cansei das campanhas, cansei de só ouvir velho testamento.
Faço um apelo aos irmãos sinceramente enganados pelo espetáculo gospel: leiam a bíblia, estudem a palavra, tenham intimidade com o ABA.
Finalizo com um pensamento do incrível John Stott:
“Quando vou à igreja, tiro o chapéu, não a cabeça”.
Se transmitirmos nossa imaginação para os cenários de muitas de nossas instituições religiosas, talvez ouçamos a mesma pergunta sendo a nós dirigida por um animador, ops, pastor ou ministro de louvor.
Quantos de nós não estamos acostumados a proclamar aos nossos irmãos sentados ao lado (é preciso sempre interagir não é mesmo? Nada de ficar quietinho – isso é coisa de “crente iceberg” diz um famoso pregador e conferencista internacional)… enfim, precisamos proclamar ao nosso irmão do lado que o culto, ou seria espetáculo? Será sobrenatural, se prepare meu irmão(a), depois dessa noite sua vida NUNCA mais será a mesma, após a oração forte de nossos ungidos TODA maldição estará quebrada (esqueceram de contar isso para Jesus que se esvaziou na cruz, carregando TODA a nossa DOR e MALDIÇÃO)
Prossigamos com o espetáculo, ops, perdoe-me novamente, culto.
Após a interação com os irmãos e algumas repetições do jargão evangeliquês, chega a hora da coreografia (todos juntos, por favor! E se você não faz direito – ai, ai, ai irmão; é sinal que não está sendo frequente em nossos cultos).
Assim se passa o tempo do “louvor” e agora que a platéia, ops novamente, as ovelhas estão bem receptivas, é hora da palavra ou dos testemunhos.
Os testemunhos são um caso à parte no show gospel, ops, perdoe-me, não sei o que está acontecendo comigo, fico confusa às vezes. São todos autocentrados, antropocêntricos, valorizam a mentalidade de gueto, somos os melhores, os intocáveis, outro dia ouvi um tristemunho, ops, testemunho, em que a senhora estava toda feliz por ter ido trabalhar numa empresa onde só trabalham crentes.
Sugiro que alguns desses irmãos ungidos e separados que não querem se contaminar com as coisas deste mundo planejem um protótipo de “foguete de Noé” e escolham algum planeta desabitado para lá dominarem como sacerdócio real e nação santa. Teremos a gospelândia pura e imaculada.
Após os testemunhos, você poderá ouvir uma ameaçadora palavra sobre dízimos e ofertas e se sentirá muitas vezes num assalto à bíblia armada com versículos vetero-testamentários obviamente.
Depois de lidas todas as maldições e proclamadas todas as bençãos aos fiéis não roubadores de Deus, vem o show-man, ops, pastor, com a GRANDE REVELAÇÃO da noite.
Logicamente a grande revelação não pertence ao NOVO TESTAMENTO, é envolta em rituais, sacrifícios, correntes, propósitos, TUDO para garantir que “determinando com fé” sua benção será garantida (caso não venha, não prometemos seu R$ de volta, a incredulidade do seu coração é que lhe roubou o agir do Senhor – penso no pobre Jesus na cruz novamente).
E assim rola a palestra motivacional, quer dizer, a pregação, cheia de textos fora de seus contextos, regada a muitos “aleluias” e “glórias à Deus”, algo que deixa consumidores, ops, ouvintes arrebatados e verdadeiros discípulos nauseados.
O ápice de tudo é o “apelo” ou seria APELAÇÃO? Emocionalismo barato, promessas de soluções imediatistas, tem horas que penso que vão esfregar a bíblia e de lá sairá o gênio da lâmpada mágica.
Venha e receba: TUDO! TODA A SOLUÇÃO! NESTA NOITE! COM ESTA CHAVE DA VITÓRIA! COM ESTA ROSA BRANCA! COM ESTE LENÇO UNGIDO!
Paro por aqui, preciso me levantar… o espetáculo é demais para mim!!!!
Me perdoem a acidez, mas estou farta desse pseudo-evangelho sem cruz, sem Cristo e sem Graça.
Cansei da barganha, cansei do entretenimento, cansei das campanhas, cansei de só ouvir velho testamento.
Faço um apelo aos irmãos sinceramente enganados pelo espetáculo gospel: leiam a bíblia, estudem a palavra, tenham intimidade com o ABA.
Finalizo com um pensamento do incrível John Stott:
“Quando vou à igreja, tiro o chapéu, não a cabeça”.
Caio Fábio chama Estevam Hernandes e Silas Malafaia para simplicidade do evangelho
Durante um programa da Vem e Vê TV o pastor Caio Fábio falou que os grandes líderes evangélicos precisam voltar ao evangelho puro e simples, citando nomes como o de Estevam Hernandes, Bispo Rodovalho e Silas Malafaia.
O programa começa com um questionamento a respeito da igreja Sara Nossa Terra, se eles pregam ou não o evangelho. Caio Fábio responde que tem pessoas que pregam e outras que não pregam o evangelho de Deus dentro dessa denominação e ainda conta que recentemente esteve com o bispo Rodovalho.
“Eu não tenho inimizade com ninguém. O meu desejo é que todo mundo venha para a simplicidade do evangelho”, disse ele que também cita um encontro que teve há muitos anos atrás com o casal Hernandes, fundadores da Igreja Renascer em Cristo.
“Enquanto eu não vejo a pessoa dar fruto de arrependimento e continuar pregando as mesmas coisas, ensinando as mesmas mazelas, enganando as pessoas do mesmo jeito, por mais condoído que esteja meu coração, antes me importa obedecer a Deus do que os homens”, diz Caio Fábio sobre Estevam e Sônia Hernandes.
Citando outros líderes evangélicos, o apresentador do programa Papo de Graça fala que seu maior desejo é ver grandes homens de Deus desistindo “dessa loucura” que seria a teologia da prosperidade. Ele cita também o pastor Silas Malafaia e faz uma observação referente a forma como o pastor assembleiano tem ministrado sobre oferta.
Caio Fábio chega a mostrar um vídeo onde Malafaia pede para que fiéis que morem de aluguel doem uma porcentagem do valor do aluguel como oferta, ou mesmo a prestação da casa. “Eu choro, me dá uma angústia… uma agonia”, diz Caio Fábio sobre o vídeo.
“Eu quero que eles se arrependam!”, termina.
Assista o Vídeo:
O programa começa com um questionamento a respeito da igreja Sara Nossa Terra, se eles pregam ou não o evangelho. Caio Fábio responde que tem pessoas que pregam e outras que não pregam o evangelho de Deus dentro dessa denominação e ainda conta que recentemente esteve com o bispo Rodovalho.
“Eu não tenho inimizade com ninguém. O meu desejo é que todo mundo venha para a simplicidade do evangelho”, disse ele que também cita um encontro que teve há muitos anos atrás com o casal Hernandes, fundadores da Igreja Renascer em Cristo.
“Enquanto eu não vejo a pessoa dar fruto de arrependimento e continuar pregando as mesmas coisas, ensinando as mesmas mazelas, enganando as pessoas do mesmo jeito, por mais condoído que esteja meu coração, antes me importa obedecer a Deus do que os homens”, diz Caio Fábio sobre Estevam e Sônia Hernandes.
Citando outros líderes evangélicos, o apresentador do programa Papo de Graça fala que seu maior desejo é ver grandes homens de Deus desistindo “dessa loucura” que seria a teologia da prosperidade. Ele cita também o pastor Silas Malafaia e faz uma observação referente a forma como o pastor assembleiano tem ministrado sobre oferta.
Caio Fábio chega a mostrar um vídeo onde Malafaia pede para que fiéis que morem de aluguel doem uma porcentagem do valor do aluguel como oferta, ou mesmo a prestação da casa. “Eu choro, me dá uma angústia… uma agonia”, diz Caio Fábio sobre o vídeo.
“Eu quero que eles se arrependam!”, termina.
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