Siga este blog também

Governo dos EUA convidou médium brasileira para impedir Furacão Sandy

 
Depois da Supertempestade Sandy, todos sabem o que aconteceu: tragédia. O que muitos ignoram é o que aconteceu antes: tragédia espiritual.

De acordo com a revista Istoé, a médium Adelaide Scritori havia viajado às pressas ao Caribe a convite do governo dos EUA e de uma seguradora de Nova Iorque. Sua missão era enfraquecer a Supertesmpestade Sandy.
Seu marido, que é também porta-voz da Fundação Cacique Cobra Coral, disse que a missão dela foi um sucesso, pois sem a intervenção dela a supertempestade teria feito milhares de vítimas.

Essa não é a primeira vez que a médium Adelaide intervém nos EUA. Durante o Furacão Katrina em 2005, ela também invocou os espíritos e, de acordo com os seguidores dela, ela “salvou” milhares de pessoas.
Uma reportagem da Reuters disse que os seguidores dela acreditam que ela pode ajudar a controlar o clima. Ela afirma fazer contato com um antigo espírito conhecido como Cacique Cobra Coral que, de acordo com a lenda, tem poderes suficientes para influenciar os fenômenos naturais.
“Ela entra em profunda concentração de modo que possa se comunicar com o cacique”, disse Osmar Santos, o marido dela.

A fundação dela diz que o Cacique Cobra Coral é “um espírito que, conforme se acredita, havia sido Galileo Galilei e Abraham Lincoln”.
Sua organização, que afirma integrar poderes espíritas com técnicas científicas, tem feito parcerias com governos municipais e estaduais no Brasil, e importantes autoridades políticas brasileiras buscam os conselhos e serviços dela.

O site dela vende músicas do candomblé, com canções cantadas por homens e mulheres possuídos por orixás. O propósito das músicas é influenciar os assuntos humanos.

Os Peregrinos, que fundaram os EUA e haviam feito um pacto com Deus dedicando a jovem nação americana para Jesus Cristo, teriam ficado perplexos se soubessem que no futuro os EUA convidariam uma médium para invocar forças espirituais da escuridão para resolver um problema nacional. Tal convite, em si, é um problema imenso.
Não há suficientes homens e mulheres de Deus para o governo americano convidar para orar? Não há mais homens e mulheres nos EUA com a fé que os Peregrinos tinham?

Durante tragédias nacionais, eles não buscavam médiuns e bruxos. Eles trabalhavam para limpar sua terra de toda feitiçaria e maldade.

Há acontecimentos que só Deus pode impedir. Outros acontecimentos que envolvem derramamento de sangue podem ser impedidos por sábias decisões humanas. Esse é o caso da Primavera Árabe, que começou e avançou sob imprudentes decisões. Por instigação do governo dos EUA, governos muçulmanos moderados em nações árabes foram derrubados e substituídos por governos islâmicos radicais, que já estão perseguindo os cristãos mais do que antes.

E agora os EUA, que apelaram para uma médium do Brasil, querem receber a mesma misericórdia que mostraram aos cristãos devastados por uma cruel Primavera Árabe instigada por marxistas na Casa Branca.

Tragédias nacionais não são um tempo para buscar a bruxaria, mas Deus. Buscar a bruxaria num tempo de tragédia é um sinal garantido de uma nação caminhando para mais tragédias.
Os cristãos árabes estão invocando a Deus para protegê-los da Primavera Árabe, ou Primavera da al-Qaeda, ou Tragédia Árabe. Quanto a mim, estou orando por eles e também contra o imperialismo cultural pró-aborto e pró-sodomia do governo de Obama e da ONU.

Oro também para que os cristãos nos EUA sejam poderosamente fortalecidos para intervir de modo que o governo americano pare de instigar o derramamento de sangue de cristãos árabes, pare de impor seu imperialismo pró-sodomia e pró-aborto no mundo inteiro e pare de convidar bruxas do Brasil para invocar forças das trevas.
Não há forças das trevas suficientes na Casa Branca?

Candidatos com apoio evangélico perdem nas eleições

Não adiantou as inúmeras reuniões e eventos organizados por líderes religiosos para mostrar seus apoios aos candidatos a prefeitos nas principais cidades do país, o resultado do segundo turno colocou em xeque a força do evangélico no país, pois em quatro capitais que tiveram segundo turno os candidatos a prefeito apoiados por igrejas evangélicas perderam com uma quantidade significativa de votos. Em São Paulo, a maior cidade brasileira, o candidato eleito, Fernando Haddad (PT), não era bem visto pela grande maioria dos líderes evangélicos. Não só por ser o ex-ministro da Educação que tentou distribuir o chamado “kit gay” para crianças, mas por pertencer ao Partido dos Trabalhadores, que já mostrou possuir interesses que vão de encontro com as convicções religiosas.

Grandes igrejas evangélicas da capital apoiaram o candidato do PSDB, José Serra, que foi vencido por quase um milhão de votos. Haddad teve 55,57% dos votos válidos, enquanto o tucano teve 44,43%. Quase dois milhões de paulistanos se abstiveram de votar. Na capital amazônica a candidata Vanessa Grazziontin (P C do B) tinha apoio de dois dos maiores ministérios de Manaus: Igreja Assembleia de Deus e Ministério Internacional da Restauração. Todavia as tentativas de eleger a candidata comunista foram vencidas por Artur Neto (PSDB) que teve 65,95% dos votos dos eleitores da cidade. Grazziontin teve apenas 34,05% dos votos válidos.

Em Curitiba a situação não foi diferente. O candidato Ratinho Junior (PSC) teve apoio massivo dos evangélicos, mas nas urnas o resultado foi outro, já que o filho do apresentador Ratinho teve apenas 39,35% dos votos válidos e seu concorrente, Gustavo Fruet (PDT), venceu com 60,65%. Em Salvador a Igreja Universal do Reino de Deus deu total apoio ao candidato Nelson Pelegrino (PT), chegando a indicar para seus fiéis que o número 13 do partido seria o “número de Jesus”. No final o candidato indicado pelo bispos da IURD perdeu por menos de 100 mil votos para ACM Neto (DEM). As apurações ficaram em 53,51% para ACM Neto e 46,49% para Pelegrino.

Fonte: Gospel Prime

NOTA: Em alguns casos, bem feito, pois os ministros religiosos comportaram-se como verdadeiros "vendilhões do templo".

O profeta e o cabo-eleitoral

Todo cristão deveria ter voz profética. Mas todo cristão deveria ser cabo-eleitoral?

Silas Malafaia estava esbravejando as más qualidades do candidato adversário na eleição, apontando seu envolvimento com a promoção do homossexualismo. Mas ele ignorou completamente que o seu próprio candidato não estava isento de tal envolvimento. Sua meta era óbvia: ajudar seu candidato escolhido a ganhar. Ele foi, assumindo esse rótulo ou não, um cabo-eleitoral.

Há algo de errado com esse quadro?
Do ponto-de-vista secularista e oportunista, nada.
Mas do ponto-de-vista cristão, há incoerência, pois o seguidor de Jesus Cristo tem o chamado de espelhar na terra seu Senhor e sua justiça. E na justiça de Deus não cabe iniquidade, seja a promoção do homossexualismo ou outro pecado grave em qualquer grau que seja.
Onde o pecado predomina, a voz do cristão precisa ser profética e denunciá-lo. Se dois candidatos numa eleição são pró-aborto e pró-homossexualismo, em qualquer grau que seja, a responsabilidade do cristão não é ser cabo-eleitoral de um deles, mas voz profética contra os dois.
Os líderes cristãos que têm mais proeminência têm a responsabilidade, diante de dois candidatos iníquos, não de serem grandes cabo-eleitorais, mas de levar o povo de Deus às ruas e defender em alto e bom som a família e a vida.
Eles também podem, como cidadãos, rejeitar os maus candidatos, com o apoio de milhares do povo de Deus que igualmente anseiam a defesa da família e da vida.
O cabo-eleitoral, seja cristão ou ateu, só pode denunciar o candidato adversário.
Mas o profeta não tem limitações. Ele denuncia todos os candidatos anti-família. Apoiou o aborto? Apoiou o homossexualismo? A voz do profeta não se intimida, mas denuncia.
Claro que se houver um candidato que realmente defenda a família, o cidadão cristão tem a responsabilidade de votar nele. Mas o quadro brasileiro não apresenta tal opção.
Se tivéssemos no Brasil um candidato que fosse pelo menos neutro, já acharíamos uma grande bênção. Mas nem isso temos.
O que amargamente temos são candidatos que defendem em maior ou menor grau a agenda gay e abortista. São candidatos que não merecem voto de nenhum cristão verdadeiro.
Mas o cabo-eleitoral não olha para esse aspecto. Sua função é pedir votos e atrair pessoas para seu candidato.
Quer seja cristão ou não, o cabo-eleitoral só vai atrás de votos.
Em contraste, o cristão que deixa Deus usá-lo como voz profética não pede votos, mas atrai as pessoas para Deus. E se ele precisa se envolver com algum candidato, ele escolhe um homem verdadeiramente pró-vida e não age por oportunismo, ganância e hipocrisia.
Na ausência de tal homem, ele mostra que a solução é a sociedade iniqua e os candidatos iníquos se arrependerem com sinceridade e se voltarem para Deus.
A função do líder cristão é ensinar, seja em eleição ou não, a diferença entre o santo e o profano, o puro e o impuro e o certo e o errado. Sua missão não é apoiar o candidato 99% infernal contra o candidato 100% infernal. Sua missão não é ser cabo-eleitoral de um de dois candidatos claramente iníquos.
A Bíblia é totalmente pró-vida e pró-família. Por isso, não faz sentido a Bíblia e os cristãos serem usados para estar a serviço de uma ideologia assassina.
O cabo-eleitoral fala em nome de um candidato e uma ideologia, enquanto que o profeta fala em nome de Deus.
O cabo eleitoral faz a vontade de um candidato e uma ideologia, enquanto que o profeta faz a vontade de Deus.
Com o fim da eleição, termina o trabalho do cabo-eleitoral. Mas a missão da voz profética não termina nunca.
Num quadro onde só há candidatos anti-família, os cristãos não deveriam ser cabos-eleitorais, mas todos eles deveriam ter voz profética, e a liderança cristã deveria marchar nas ruas com milhões dessas vozes rejeitando toda agenda anti-família e seus promotores.
Precisamos de líderes cristãos que, a semelhança de Moisés, conduzam o povo de Deus em sua cidadania mais elevada.
Quão triste é que nas eleições brasileiras muitos líderes cristãos, como Malafaia, deixem sua voz profética no armário para serem meros cabo-eleitorais de uma ideologia assassina ou de um promotor anti-família, anulando assim seu chamado celestial em troca de um chamado terreno e corruptível.

A verdade sobre "SALVE JORGE"


Ah não... Lá vem os crentes com a demonização das coisas novamente. Assim nem o diabo aguenta! Bastou pintar uma novela com o nome SALVE JORGE e a crentada já ficou toda em alerta vermelho com os ataques de satã. haja paciência. Antes que digam que sou noveleiro, quero dizer que não curto novela, mas também não condeno quem curte. A minha opção é priorizar coisas melhores.

Eis aqui algumas teorias sobre SALVE JORGE:

1- SALVE JORGE é consagrada ao demônio Ogum que é São Jorge no sincretismo. Resposta: Porcaria nenhuma, a globo vai ficar se dando o trabalho de ficar consagrando novela para o demônio pra que? Já que os crentes já assistem, assimilam e torcem para os valores errados em toda novela que pinta. Seria uma perda de tempo do capeta se meter nisso. Pro diabo, se melhorar, estraga.

2- As pedras preciosas e o balangandã (entre SALVE e JORGE) no logotipo da novela indicam que JORGE está entronizado na novela. Resposta: Problema é dele e de quem entronizou ele. A opinião bíblica sobre isso é que o único que está entronizado, assentado sobre um trono é CRISTO e não JORGE.

3- São Jorge é o orixá que rege a Globo. Resposta: Ele pode até reger a Globo, mas não rege a minha vida, nem tampouco influencia o que eu penso ou faço. O dono da minha vida é Cristo.
 
Mas a verdade mesmo é que esse nome foi dado a novela por conta dela acontecer parte na Turquia (Capadócia), cidade natal de Jorge e parte por ter um protagonista que é devoto de São Jorge e toca na igreja católica em determinada festividade por conta disso. Eu tenho horror desse burburinho que se cria por causa de um simples título de novela.
 
Fazemos coisas muito piores nos nossos templos do que sugere esse nome de novela e ninguém fala nada. Coamos um mosquito, mas engolimos um camelo. mas tudo bem né, se for um Jorginho gospel ou o Jorge tufão ta tudo certo, não pode é ter nome de santo.

Caio Fábio crítica lideranças pentecostais e afirma que personagem Tufão, de Avenida Brasil, tem “muito mais caráter que a maioria dos pastores”.


Caio Fábio crítica lideranças pentecostais e afirma que personagem Tufão, de Avenida Brasil, tem “muito mais caráter que a maioria dos pastores”. Leia na íntegra
Existem muitos modos de “ver” as coisas que concernem a “Deus” [conceito] e à “espiritualidade” [prática do conceito espiritual no qual se crê].
Nem de longe é meu objetivo discorrer sobre as principais vertentes dessas espiritualidades; afinal, teria que ser um imenso de um livro o projeto que sequer pretendesse arranhar as multi-gamas dessas variáveis de olhar espiritual entre os humanos.
Atenho-me ao nosso meio imediato: o mundo cristão evangélico!
Ora, no ambiente chamado “evangélico” [que cobre hoje todos os grupos não católicos de confissão bíblica no país] — foi o Pentecostalismo [de todos os matizes] o introdutor de um pressuposto devastador para a produção de uma consciência carregada de caráter e honestidade nas práticas da vida.
O Pentecostalismo, em linhas gerais, não é predestinista-divino da segurança da salvação [como são os Reformados], embora seja predestinista-humano do inferno, quando pela certeza de que “fora dos cultos e das frequências e filiação à igreja local não há salvação”, com imensa facilidade danam toda a humanidade não igrejada no fogo…; sim, e isso por um tempo de duração eterna.
Assim nasce a ufania de que o crente pentecostal tem um poder espiritual maior do que todos os demais, pela certeza de que se houver observância aos ditames morais e aos costumes espirituais da “igreja” a pessoa se torna santa, e, portanto, superior a todos os demais humanos no planeta [caso não faça nenhuma irregularidade bíblico comportamental e jamais deixe de obedecer ao seu pastor ou líder].
Além disso, se ensina também [sem a frase explicita, mas nas entrelinhas] que “Deus é Pentecostal”, depois “evangélico”, e, depois de tudo…, quem sabe…, talvez… Deus seja “cristão” no sentido lato do termo. Mas apenas muito “quem sabe”…
Quando falo de “Igreja Pentecostal” me refiro mais ao conceito e práticas do que ao um nome ou placa. Que fique entendido; até porque a “igreja evangélica” que não é publicamente pentecostal, na prática das coisas, todavia, o é quase que na sua totalidade.
A crença é a seguinte: “Deus” tem um borogodó que os pentecostais que não tem com mais ninguém!
A eles “Deus” deu muitos poderes, especialmente aos seus líderes…
Sim, deu-lhes o poder de falar em línguas, de profetizar, de curar, de repreender o diabo, de comandar anjos, de condenar homens ao inferno, de separar o joio do trigo, de dizer o que é certo e errado para os outros todos, de intervir nos governos, de enquadrar as minorias, de acusar os que não são “evangélicos” de serem “o mundo”; e mais: deu-lhes o poder de darem ordens a “Deus”, de ordenar-Lhe o que “fé/desejo/capricho/nosso”. Sim, deu-lhes o poder de determinar [caso a pessoa não esteja devendo nada à “igreja”].
Porém, mais do que tudo, “Deus” os tornou os “Seus” representantes autorizados no planeta; assim…, eles também têm o poder de amaldiçoar, de abençoar conforme o interesse, de cobrar e receber dinheiro de “Deus”, de criarem “campos de força espiritual” [a cobertura]; além de que são eles que decidem o que Deus liga nos céus ou desliga na terra, conforme a determinação deles.
Ah, o “Eterno” também deu a eles o poder de “lavar o dinheiro de Deus”.
O dinheiro pode ser roubado, mas se devidamente dizimado na “igreja”, está lavado.
O dinheiro pode ser de drogas, mas, dedicado à igreja, se torna santo.
O dinheiro pode ser da máfia, porém, se for tirado o dizimo do bruto, tudo está legalizado por “Deus”.
Ora, como o Pentecostalismo é revelacionista existencial… [embora creia no livro Bíblia e dele faça suas doutrinas; [adorando o livro como um ente sagrado], ainda que se dizendo uma fé bíblica, de fato, a qualquer momento, por causa do modo intimo e diferenciado que “Deus” trata os “Seus herdeiros pentecostais”, o que a Bíblia diz pode se tornar uma Lei Para Todos, mas não para o ente revelacionista existencial pentecostal; posto que para ele “Deus” dê novas “revelações”, as quais podem “abrir para o crente pentecostal somente” [...] uma porta especial e inigualável; a qual, para os demais homens “sem revelação” está vetado o entrar, mas para o “ungido” está legalizado pelo Senhor.
E tem mais: se o que estiver em jogo for a prosperidade da causa do “Evangelho ou da Igreja”, vale tudo!
Sim; vale tudo!
Querem que eu cite histórias aos milhares para demonstrar que é assim que é?
Desse modo, até a oração é “adianto indevido” pro lado do “crente”.
O sujeito não estuda, não trabalha, não se esforça, não aprende, diz que tudo coisa do “mundo”, e diz: “Eu determino que sou cabeça e não cauda, e, portanto, saiam os ímpios do meu caminho porque sou filho do Rei!”
Sendo assim, ser filho de “Deus” é ser um playboy filho de mafioso culpado e que realiza todos os caprichos de seu filho bandido e arrogante.
Ora, esse conceito se espraia para todas as dimensões da vida… Sim, literalmente altera tudo no olhar do individuo e mata o seu caráter e a sua humanidade fundamental, roubando-lhe a benção da consciência justa, e, assim, dando a tal individuo a espiritualidade 171 dos estelionatários.
Na verdade o homem se torna o que ele confessa como espiritualidade. Tudo nele passa a ser a imagem e semelhança de sua confissão e entendimento.
Desse modo, me diga; sim, sendo assim, me diga:
TENDO ESSE “DEUS” E DESENVOLVENDO ESSA “ESPIRITUALIDADE”… COMO É POSSÍVEL VIVER EM HUMILDADE, SERVIÇO, COMPAIXÃO, ENTREGA, SOLIDARIDADE INSDISCRIMINADA, HONESTIDADE, BONDADE, TRANSPARENCIA E REVERENCIA PARA COM TUDO E TODAS AS COISAS NA EXISTÊNCIA, QUANDO TUDO O MAIS É PARA SER USADO PELOS NOSSOS CAPRICHOS BREGAS, SEMELHANTES AOS DESEJOS COTIDIANOS EXPRESSOS NA CIDADE RELIGIOSA CHAMADA DE DIVINO NA NOVELA AVENIDA BRASIL?
Assim, digo: a coisa ficou tão 171 em tudo que não titubeio em afirmar que o personagem Tufão da novela Avenida Brasil é muito mais gente de caráter do que a maioria dos pastores 171 que em nome de “Deus” fazem do povo os “bichos do jogo”.
Com tal espiritualidade não é possível viver com lucidez, sobriedade, simplicidade, humanidade, solidariedade indiscriminada e caráter de Cristo em nós.
Entenda: falei não de pessoas e nem de uma sigla, mas apenas de um espirito que permeia quase toda a espiritualidade “evangélica”.
Sem medo de ser julgado, pois Nele falo com sinceridade,
Caio – 20/10/12- Lago Norte – Brasília – DF

22-marcas-de-uma-possivel-falsa-igreja



Sua igreja talvez não seja uma igreja se…

  1. Seu pastor raramente fala sobre Jesus. (Essa é fácil).
  2. Seu pastor fala sobre Jesus, mas somente no estilo “siga seu exemplo”. (Você poderia ser um Mórmon ou mesmo muçulmano e pregar desse jeito).
  3. As músicas de “adoração” são mais sobre como você se sente e o que você pode fazer, em oposição a quem Deus é e o que Ele fez.
  4. A extensão do envolvimento de quase todos na igreja está limitada ao culto semanal.
  5. Seu pastor não pastoreia as pessoas cara a cara, mas gerencia “sistemas” em seu escritório, 40 horas por semana.
  6. Alguns desses sistemas são projetados para que o pastor interaja com o menor número de pessoas possível.
  7. Você não se lembra da última vez que participou da Ceia do Senhor.
  8. Muito do planejamento e foco na organização gira em torno de fazer um culto sensacional.
  9. Você nunca ouve a palavra “pecado” por lá.
  10. Você ouve a palavra “pecado”, mas apenas brevemente ou redefinida como “falhas”.
  11. Você não se lembra a última vez que ouviu o nome de Jesus em uma mensagem.
  12. A mensagem de Páscoa não é sobre a ressurreição, mas “novas oportunidades” na sua vida ou virar uma nova página.
  13. Em feriados patrióticos, a mensagem é sobre quão grande nosso país é.
  14. Nos outros fins de semana, a mensagem é sobre quão grande você é.
  15. Há mais vídeos que orações.
  16. Pessoas não cantam durante o culto de “adoração”, mas assistem.
  17. As responsabilidades principais do pastor são coisas estranhas à Escritura.
  18. Existe mais dinheiro investido em propaganda que em missões.
  19. A maioria dos pequenos grupos gira em torno de esportes ou lazer, e não estudo ou serviço.
  20. Você sempre se sente confortável lá.
  21. Ser membro da igreja parece apenas um sistema de recrutamento de voluntários.
  22. Você só encontra outras pessoas da igreja nos cultos de domingo.
 Se sua igreja parece com uma ou mais dessas coisas, talvez seja uma torcida espiritual, um teatro religioso, um clube social cristão, ou alguma coisa totalmente diferente, mas, provavelmente, biblicamente falando, não é uma reunião da igreja bíblica.

Menina de 12 anos em casa sozinha usa arma da família para atirar em intruso

A polícia em Oklahoma diz que uma menina de 12 anos usou a arma da família para atirar num intruso durante um assalto.
A menina Kendra St. Clair disse para o noticiário ABC News que ela estava em casa sozinha quando ouviu um golpe estrondoso na porta, e em seguida vidro se quebrando, e o intruso entrando na casa.
Apavorada, Kendra ligou para sua mãe, que a orientou a pegar a arma e se esconder no armário.
“Eu disse ‘Vá pegar a arma e entre no armário agora mesmo e ligue para a polícia’”, Debra St. Klair disse para a TV KFOR.
Kendra estava dentro do armário, no telefone com o atendente da polícia e agarrada a um revólver calibre .40 quando viu a maçaneta do armário virar.
“Eu estava sentada ali dentro do armário muito assustada, não sabendo o que ia acontecer”, Kendra disse para KFOR. “Quando ele virou a maçaneta da porta, atirei na direção dele com a arma da minha mãe e atingi-o bem no braço”.
Foi a primeira vez que Kendra havia disparado um revólver. A polícia disse que a bala atravessou a porta do armário e acertou Stacy Jones, de 32 anos, no ombro, levando-o a fugir da casa.
“Eu estava tremendo e não sabia o que fazer. Eu estava hesitando sobre o negócio todo o tempo inteiro”, disse Kendra. “Eu estava assustada, triste e chorando. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo”.
A polícia prendeu Jones a alguns quarteirões. Ele foi levado de helicóptero a um hospital em Plano, Texas para tratamento. Ele sobreviveu e foi indiciado por assalto em primeiro grau.
O delegado Ken Golden elogiou Kendra por suas ações.
“Ela fez tudo o que devia fazer e como último recurso, ela fez o que tinha de fazer para se proteger”, Golden disse para KFOR.

FIÉIS PAGAM R$ 1.000,00 PARA ASSISTIREM PALESTRA DE EDIR MACEDO EM TELÃO



Os fiéis da Universal que participaram do II Simpósio da Fé pagaram cada um R$ 1.000 para assistir em sua cidade em um telão duas palestras — uma ontem (16) e outra hoje — de Edir Macedo.
Quem compareceu ao Credicard Hall, em São Paulo, de onde foi transmitido ao vivo o simpósio, pôde ver ao vivo o chefe da igreja. A informação é do site da Veja. 

A capacidade máxima do Credicard Hall é de 7 mil pessoas, o que dá a arrecadação de R$ 7 milhões. O site da revista estima que a soma paga pelos fiéis à distância, os do telão, seja bem maior. A Universal diz que o dinheiro será usado na construção do Templo do Salomão, em São Paulo.

Fonte: Paulo Lopes

NOTA: Dizer o quê diante de uma notícia dessa?... Realmente, parece não haver limite para a imbecilidade humana. Deus, tenha misericórdia!...

Falta de perdão tem cheiro de diabo





O texto base é Mateus 8, a partir do versículo 23. É a parábola de Jesus em que Ele compara o reino dos céus com um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos. Chega um que lhe deve dez mil talentos, mas não tem como pagar. Seu senhor manda, então, que ele, toda sua família e seus bens sejam vendidos como pagamento da dívida. Desesperado, o servo prostra-se e pede paciência, perdão e misericórdia. Diz a Bíblia: "O senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida".
Só que o mesmo servo logo depois encontra um conhecido que lhe devia uma quantia, o agride e exige que lhe pague. O conservo devedor humilha-se e implora, pedindo paciência e perdão. Em vez disso, o homem que havia sido perdoado pelo rei o lança na prisão. Ao tomar conhecimento do ocorrido, o monarca manda chamar o homem, lhe recorda do perdão que tinha recebido e o entrega aos carrascos, para que o torturem até que pague toda a dívida. E Jesus conclui: "Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão".

Essa passagem deixa claro que perdoar é o único caminho para se ter saúde espiritual. Quem não perdoa vive uma vida espiritual pobre e moribunda. Quem não perdoa está morto diante de Deus em seu coração. É como um sino que ressoa (1 Co 13.1): algo que faz barulho, tem aparência e volume... mas não tem vida própria. Pior: quem não perdoa não será reconhecido por Jesus no último dia, pois não está pondo em prática um dos fundamentos da fé cristã: a certeza de que o bem que quero que me façam devo fazer ao outro. Se você gosta de ser perdoado, perdoe, para que haja saúde e sua vida espiritual não se perca.
Para perdoarmos biblicamente, é importante sabermos o que significa exatamente perdoar. Romanos 12.17 nos dá a resposta:

"Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos. Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira, pois está escrito: 'Minha é a vingança; eu retribuirei', diz o Senhor. Pelo contrário: 'Se o seu inimigo tiver fome, dê-lhe de comer; se tiver sede, dê-lhe de beber. Fazendo isso, você amontoará brasas vivas sobre a cabeça dele'. Não se deixem vencer pelo mal, mas vençam o mal com o bem".
Não devolver mal com mal. Vencer o mal com o bem. Eis a resposta. Pois vingar-se significa vencer alguém mas deixar Satanás vencer você.

O grande engano dos cristãos é achar que perdão é algo emocional. Não é. Não tem a ver com "sentir" algo, mas com "fazer" algo. O perdão está relacionado a atos e atitudes. É ação. É agir como se o pecado nunca tivesse existido. As emoções, de acordo com a Bíblia e o Evangelho, estão sujeitas à razão. Assim, perdoar é um ato de sã consciência, é saber o que Deus quer. Se eu não perdoo, simplesmente isso mostra que não sou alimentado pela graça de Deus.
Então, o perdão ocorre em duas etapas: Primeiro se perdoa racionalmente (sabendo que aquilo é necessário, que é a vontade de Deus). É uma decisão mental, racional. O segundo passo são as ações. É não se alegrar com o mal que quem lhe ofendeu sofre. É orar pedindo que Deus ajude a pessoa que lhe ofendeu e que está em dificuldades. Mais ainda: é procurar quem lhe ofendeu e se oferecer para ajudá-lo no que ele precisa, com obras da graça e da bondade de Deus. E, por fim, é não causar danos ou perdas a quem lhe ofendeu.
É ao fazermos - ou não - tudo isso que demostramos quem de fato somos. Se pensamos em nós e em cumprir o que nossa justiça manda mais do que pensamos em Deus e na justiça dele, simplesmente estamos pecando. Pois nada é imperdoável quando contamos com a ajuda de Deus, nenhuma ofensa que nos fizeram é imperdoável. Tudo pode ser zerado.
A pessoa que não perdoa em forma de atitudes tem cheiro de diabo. Satanás nunca estende a mão a ninguém e quem se recusa a estender a mão está agindo como o diabo e, logo, é servo dele. Temos sempre que lembrar: não perdoar só satisfaz e alegra... o diabo.

Se dizemos que perdoamos nossos ofensores mas não retomamos a vida como tudo seguia antes da ofensa... na verdade não perdoamos. Pois isso mostra que ainda guardamos rancores, ressentimentos, medos, mágoas ou sentimento do gênero. É perdoar de boca mas não por obras. E a fé sem obras é morta. Fé sem perdão expresso em atitudes em prol de quem nos ofendeu não é fé cristã.
Não adianta eu saber orar se eu não souber perdoar. Minha oração não será respondida (Mt 6.14,15). Pois, se estou em litígio com Deus ao não perdoar meu próximo, o que posso esperar do Senhor? Nada.
A natureza desse assunto é grave. Pois Deus é perdoador. E, se eu não perdoo, não estou identificado com Deus. Não ando com Deus se não perdoo como Ele perdoa. E o perdão de Deus é absoluto, é uma quitação total da dívida e não parcial. O perdão verdadeiro nunca põe seus próprios interesses acima dos daquele que precisa de perdão (1 Co 13).

E para que perdoamos? Primeiro, para ter paz com os outros. Segundo, para ter paz com Deus (Mt 6.15).
A renovação da mente de Romanos 12.2 passa por demonstrar perdão. Pois só tem a mente de Cristo quem perdoa, esquece das ofensas e retoma a vida a partir do ponto onde ocorreu a ofensa. Quem não o faz não perdoou, não teve a mente renovada e não age conforme a natureza de Cristo. É um cristão que não age como Cristo. Que Deus nos ensine a perdoar e a praticar o perdão. Em cada situação e a cada dia. Que Deus cure quem não perdoa. Pois a falta de perdão é uma grave doença espiritual. Quem nasceu de novo tem obrigação de perdoar.
Que Deus nos perdoe da nossa demora em fazer o que Ele quer. Que Deus nos perdoe por não perdoar. Podemos encontrar mil desculpas para não perdoar, mas não perdoar aos olhos de Deus... não tem desculpa
Paz a todos vocês que estão em Cristo.
 

Manual islâmico para um casamento feliz: “Puxe a esposa pela orelha, bata nela com a mão ou com uma vara”

 

crescimento do islamismo nos EUA e na Europa é fato inegável. E com sua crescente influência, livros com temas islâmicos começam a aparecer, revelando a realidade dos costumes islâmicos.
O livro “A Gift For Muslim Couple” (Um Presente para o Casal Muçulmano), disponível no Canadá, chocou o público canadense por trazer instruções de como maridos islâmicos podem bater nas esposas com a mão ou com uma vara, ou puxá-la pela orelha. 
  O livro de 160 páginas, escrito pelo acadêmico muçulmano Maulavi Ashraf Ali Thanvi, é dedicado a recém-casados muçulmanos.
O manual dá instruções de como ter um casamento feliz e evitar problemas, e avisa que o marido deveria se controlar para não bater excessivamente na esposa.
Embora o livro tenha recebido reações indignadas do público canadense, está amplamente disponível em lojas virtuais muçulmanas, sem maiores consequências.
Bater na esposa como instrução matrimonial pode parecer estranho para pessoas no Brasil, EUA e Canadá, mas é uma prática comum e generalizada no mundo islâmico. Evidentemente, os líderes muçulmanos negarão que sua religião seja violenta ou que permita que as esposas apanhem, mas a realidade…
A escalada de violência contra as mulheres muçulmanas foi revelada recentemente por um relatório que afirma que quase 1.000 mulheres e meninas foram assassinadas por “honra” no ano passado só no Paquistão. Não há dados oficiais dos outros países muçulmanos, ainda mais que casos de esposas assassinadas são acobertados pelos próprios parentes e pela polícia.
As esposas que não são assassinadas podem ser banhadas em ácido pelo marido islâmico se cometerem o “crime” de aprenderem a ler e escrever, como foi o caso da paquistanesa Fakhra Younus, que se suicidou recentemente com a idade de 33 anos, depois de viver 12 anos cega de um olho, surda e com vários outros problemas físicos ocasionados pelo banho de ácido efetuado pelo marido. Só em 2011, mais de 8.000 ataques com ácido foram praticados contra moças e mulheres, por vários motivos, no Paquistão. Se uma jovem, por exemplo, se recusa a casar com um islâmico, o próximo passo pode ser uma chuva de ácido.
Fakhra Younus, antes e depois do ácio
Contudo, não é só nos países islâmicos que as mulheres são submetidas a certos costumes islâmicos. Na Inglaterra, mais de 1.000 meninas, algumas com 10 anos de idade, já passaram por operações de mutilação genital, onde os órgãos sexuais externos são removidos, a fim de impedir que mais tarde as moças tenham prazer sexual, mesmo depois do casamento. Tal mutilação, de acordo com os que a praticam, servirá como prova da “pureza” da mulher quando ela casar. Líderes islâmicos da Inglaterra já foram flagrados defendendo essa mutilação.
Essa mutilação, ao que se supõe, tem como alvo as filhas das famílias muçulmanas. O tratamento para as filhas das famílias não muçulmanas é totalmente diferente.
Na Inglaterra, gangues de estupradores — predominantemente muçulmanos — aliciam meninas muito novas, geralmente de sangue inglês, para se tornarem propriedade sexual para uso pessoal e para prostituição. A crise alcançou agora proporções epidêmicas. De acordo com a Secretaria dos Direitos das Crianças da Inglaterra, um número elevado de 10.000 meninas brancas menores de idade podem estar sendo vítimas.
Se uma gangue muçulmana é pega e seus integrantes conseguem fugir da Inglaterra para seu país islâmico original, a polícia inglesa simplesmente cruza os braços a fim de não perturbar autoridades islâmicas de outro país.
Por causa das leis antipreconceito, as autoridades inglesas não podem lidar com o problema de forma decisiva, mostrando que homens muçulmanos estão literalmente estuprando milhares de meninas inglesas. Tal exposição colocaria a Inglaterra na mira da ONU, que os acusaria de preconceito contra a religião islâmica e contra homens de pele não branca.
Na Inglaterra, o estupro islâmico de meninas brancas já é quase normal. Agora, a epidemia está alcançando até mesmo os EUA, onde gangues muçulmanas também estão mirando meninas brancas.
Gangue muçulmana presa nos EUA: atrás de meninas brancas
Os direitos das mulheres e das meninas são pisoteados, em favor dos direitos humanos e a dignidade de homens muçulmanos, por causa de loucas leis antipreconceito. Por causa dessas leis, os ingleses pouco podem fazer para deter os estupradores islâmicos. Por causa dessas leis, os estupradores islâmicos muito fazem contra as meninas inglesas.
Contudo, o que aconteceria se 10.000 meninas islâmicas estivessem em poder de gangues evangélicas de estupradores ingleses na Arábia Saudita ou Paquistão? As autoridades muçulmanas teriam igualmente medo de lançar uma feroz campanha policial contra os estupradores ingleses por causa de leis antipreconceito? Os jornais e TVs falariam vagamente de certo problema com meninas, sem citar a origem especifica dos estupradores? Ao serem pegos, os ingleses poderiam fugir do país com a consciência tranquila de que as autoridades islâmicas nunca teriam coragem de exigir a extradição deles?
Em qualquer país islâmico, uma gangue de estupradores ingleses seria dispensada de julgamento e cadeia. A própria população, sob os olhos e consentimento das autoridades, lincharia sumariamente os criminosos.
No entanto, o que ocorre na Inglaterra é o inverso. Jornais e TVs não podem falar diretamente do grave problema de gangues de estupradores que mantém 10.000 meninas inglesas sob seu poder. Não podem falar a fim de não violar a dignidade, honra e direitos humanos dos muçulmanos envolvidos nos crimes.
A cegueira do multiculturalismo da Inglaterra não os deixa ver que as gangues de estupradores não só cometem violência física e psicológica contra as meninas, mas também contra a dignidade, a honra e os direitos humanos delas.
Meninas têm menos dignidade, honra e direitos humanos do que homens islâmicos? Ao que tudo indica, sim, pois até em países islâmicos eles fazem o que querem com suas mulheres e meninas. E agora, pelo visto, podem também fazer o que querem com mulheres e meninas de países que não são islâmicos.
Enquanto homens como Jimmy Carter dizem que há opressão contra as mulheres no Ocidente somente porque há igrejas cristãs que não ordenam mulheres, o islamismo já vai mostrando como será o futuro das mulheres nos EUA e Europa: hoje, meninas condenadas à prostituição, amanhã moças condenadas aos haréns islâmicos, marcadas pela “pureza” da mutilação genital. Se tentarem abrir a boca para reclamar de alguns dos tratamentos, o chicote — ou o ácido — descerá sobre elas. Seu destino, quer gostem ou não, será a escravidão sexual.