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“O Brasil será do Senhor Jesus” x “O meu Reino não é deste mundo”


"Tornou, pois, a entrar Pilatos na audiência, e chamou a Jesus, e disse-lhe: Tu és o Rei dos Judeus? Respondeu-lhe Jesus: Tu dizes isso de ti mesmo, ou disseram-to outros de mim? Pilatos respondeu: Porventura sou eu judeu? A tua nação e os principais dos sacerdotes entregaram-te a mim. Que fizeste? Respondeu Jesus: O meu reino não é deste mundo; se o meu reino fosse deste mundo, pelejariam os meus servos, para que eu não fosse entregue aos judeus; mas agora o meu reino não é daqui." - João 18:33-36


Está aberta a temporada de "Marchas para Jesus" no Brasil, ocorrendo cada semana numa cidade diferente (no próximo sábado, no Rio de Janeiro). Também está sendo amplamente divulgada uma "manifestação pacífica" em frente ao Congresso Nacional no início de junho, que se diz "em favor da liberdade de expressão, liberdade religiosa, vida e família tradicional". E também vemos já há tempos a infiltração de evangélicos na política, sendo que agora temos até um pré-candidato gospel à Presidência, o Pr. Everaldo Dias Pereira do PSC (mesmo partido do Marco Feliciano), que inclusive está aparecendo já nas propagandas gratuitas na tv.
Qual a razão alegada para todo esse movimento evangélico em torno de demonstração de força e busca do poder?
Uma profetada gospel lançada anos atrás e repetida "papagadaioscamente" pelos líderes gospel: O BRASIL SERÁ DO SENHOR JESUS.
Por que digo que repetem essa profetada como papagaios (sem pensar)? Porque essa profetada é totalmente contrária à profecia bíblica! Ora, a Bíblia não diz que o Evangelho reinará em nenhuma nação. Ao contrário, a Palavra de Deus diz que no final as coisas vão ficar bem difíceis para os poucos que permanecerem firmes na fé, e só com a volta gloriosa de Cristo os que sobrarem à sua direita serão do Senhor Jesus.
(Quem ler em sua Bíblia algo diferente disso, por favor, me mande a passagem, não apenas a maldição gospel contra minha vida por ousar tocar nos "ungidos do sinhô").
Assim, por que tanta ênfase, por parte das grandes lideranças gospel-evangélicas, na tomada do poder da nação através dos seus políticos, e de demonstrar a força e a grandeza do rebanho gospel através de "marchas" e "manifestações pacíficas"?
Porque o interesse não é mais apenas cumprir a vontade de Deus.
Jesus cumpriu a vontade de Deus. Quando preso injustamente, e perante a autoridade romana, Jesus poderia ter invocado sua autoridade espiritual infinitamente superior. Uma simples ordem faria com que poucos anjos destruíssem toda a nação. E, se quisesse, Jesus poderia ter sido aclamado Rei, com o slogan "Roma é do Senhor Jesus".
Mas não foi isso o que Ele fez. Ele permaneceu manso, como um cordeiro, mesmo sabendo que Seu destino seria o matadouro. Ele não buscou a influência política de Nicodemus e de outros do Sinédrio que, mesmo em silêncio, fossem favoráveis à Sua causa. Ele não orquestrou um levante com Seus seguidores, que poderiam em Sua defesa fazer manifestações e atos a favor de Sua libertação.
Ele não fez nada disso. Apenas se entregou a Seu destino, pois
"Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado; Para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Porque Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que condenasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele. Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus. E a condenação é esta: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal odeia a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque são feitas em Deus." - João 3:14-21
Se Jesus tivesse ouvido o chamado de satanás ("Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares." - Mateus 4.9), teria sido aclamado Rei das nações. As nações seriam do Senhor Jesus, já naquele tempo. Mas a vontade de Deus não teria sido feita, e sim a vontade de satanás.
Pense nisso tudo e reflita: "O Brasil será do Senhor Jesus" é de Deus? Isso está de acordo com as profecias bíblicas para os últimos tempos? Ou apenas serve de plataforma para que líderes gospel afoitos por fama, dinheiro e poder terreno possam buscar seus objetivos aqui na terra, usando o rebanho que os segue na ignorância bíblica como massa de manobra, como "gado gospel"?
Pense nisso tudo, antes de ir na próxima "marcha para jesus" ou "manifestação pacífica" com interesses políticos implícitos. Pense se está fazendo a vontade de Deus, ou se está fazendo a vontade de satanás.
Jesus estaria nas marchas e nessas manifestações pacíficas com fins eleitoreiros? Jesus estaria buscando poder terreno, poder político, poder sobre quem tem outras religiões ou outras orientações sexuais? Ou estaria servindo Àqueles que são marginalizados?
A história já nos mostrou o resultado da união da Igreja com o Estado. Pense nisso.
Se possível, leia agora Apocalipse 2 e 3, onde estão as mensagens às sete igrejas.

Renascer adere aos poderes mágicos da Mezuzá


Para os cristãos, quem tem o poder de encher de bênçãos e afastar o anjo da morte?
Se você respondeu Mezuzá, acertou. Pelo menos, segundo o entendimento dos líderes da Igreja Renascer em Cristo.
No site oficial da igreja há um link intitulado "por que é importante ter uma mezuzá em casa?". Clicando nesse link você não apenas descobre a importância da mezuzá na casa do crente, como também o que é a bendita (eu mesma não sabia o que era e penso que poucos cristãos devem saber - à exceção daqueles que têm um maior contato com a cultura judaica):
"A Mezuzá é um artefato judeu, que contem um pequeno rolo de pergaminho, com textos bíblicos. O objeto é introduzido nos umbrais das portas, simbolizando a proteção de Deus e sua aliança com o homem. Mais do que uma tradição religiosa, ter uma Mezuzá é um ato profético."
Não basta o fiel ter a mezuzá. É preciso ser bastante atento às "configurações" necessárias, pois se colocada fora dos padrões do vídeo a bênção apostólica pode não chegar.
Mas o que me deixou surpresa mesmo foi saber que a tal mezuzá afasta o anjo da morte da casa do fiel. Sem problemas: o tal anjo, quando chegar a hora segundo Deus, pega a pessoa na saída mesmo.
Será que tem gente que lê a Bíblia e se diz cristã, e ainda acredita numa baboseira dessas?
blog17O pior é que tem. E esses, além de comprar a mezuzá, ainda vão clicar no banner do "Voto da Mezuzá", que dá direto num site de pagamentos com a oferta de R$ 500,00. Mesmo que esse dinheiro vá para obras assistenciais da igreja, não é correto vincular a oferta a uma macumbaria gospel com base judaizante.
Será que um dia aprenderemos, nas igrejas, apenas e simplesmente a seguir a Jesus Cristo? E será que esse povo que segue as invencionices que muitas igrejas fazem ano após ano aceitariam seguir um Jesus que realmente lhes dá a liberdade do mundo de superstição do qual vieram e no qual se comprazem em permanecer?

OS HOMOSSEXUAIS VÃO PARA O INFERNO?



Se nós fôssemos reunir um congresso de filhos de apóstolos, bispos, pastores, mestres, presbíteros, diáconos — sem falar em muitos dos próprios pais, muitos deles casados, porém gays também, matando um leão por dia para dar conta do recado — nós, sem dúvida, teríamos que ir para um grande ginásio de esportes, ou até para um pequeno estádio, um “Maracanãzinho”, a fim de comportar apenas a moçada imediata. Isto porque aproximadamente 15% da população se declara gay. Ora, está provado que os índices estatísticos da “igreja” (fenômeno humano e histórico), não são em nada diferentes dos do resto da sociedade, o que numa população de uns 30 milhões de evangélicos faria com que uns 3 milhões de evangélicos sejam gays; gays enrustidos, trancados no armário pastoral; ou, muitas vezes, se promiscuindo mais que qualquer promíscuo, pois, não podendo se abrir, a pessoa acaba “fugindo” para encontrar gays, e, nesse caso, acham apenas os gays-pra-consumo, nas boates ou na internet; e, assim, escondem quem são na “igreja”, enquanto, em razão disso, vão se tornando os gays mais descontrolados da praça. Assim, mais uma vez, a fim de coar o mosquito, manda-se o cara para uma dieta de camelos contaminados.

Tenho dito repetidas vezes que conheço aqueles que nasceram gays (esses são gays de fato); os que foram feitos homossexuais (em geral são vítimas de sexo homossexual com gente mais velha na infância; e vicia, como qualquer outra coisa; posto que o primeiro estímulo erótico objetivo veio de uma relação homossexual, o que, muitas vezes, “fixa” o padrão das pulsões da pessoa naquela área); e os que se fizeram gays (normalmente nem gays são, mas, por razões distintas, “optaram” por aquela inclinação ou desejo mesmo).

Nesses três casos, o primeiro é de natureza “humanamente imutável”, tão imutável quanto as chances que eu teria de me tornar gay: nenhuma. Já na segunda perspectiva, a situação é reversível, não sem muito trabalho e esforço psicoterapêutico; tudo dependendo, é claro, da vontade que a pessoa tenha ou não de enfrentar a si mesma, na forma do vicio que se instalou. De fato, em geral, esses são os mais culpados, pois sabem que não nasceram gays, mas ficaram viciados no sexo por essa via. E, por último, há os que “optaram”, a maioria dos quais por escolha de prazer e por privilegiarem as sensações do sexo chamado “invertido”.

Ora, as duas últimas categorias (desculpe chamar de “categoria”, não há nada além de terminologia aqui) são reversíveis, isso quando a pessoa deseja muito que tal aconteça, mas, como disse, nunca sem muita luta. Entretanto, esses dois últimos grupos, em geral, não querem “relacionamentos”, mas apenas sexo; posto que somente os gays-gays se apaixonam mesmo.

Portanto, para mim, depois de anos de observação e milhares de conversas, concluí que no geral somente os que nasceram gays se apaixonam e querem ter uma relação única, estável e monogâmica com o seu parceiro(a). Os demais, também em geral, querem apenas a transa. Daí haver sempre muito mais promiscuidade relacionada a esses dois grupos. Isso porque os gays-gays, mais do que sexo, eles querem é afeto, só que o único tipo de afeto que os inspira é de natureza homossexual.

Portanto, acredito na condição irreversível de gays-gays (a menos que haja um milagre que até hoje não vi). Mas creio na reversibilidade dos gays-feitos-gay e na daqueles que gostam de transadas gays apenas por diversão, mas que foi ficando algo fixo.

No primeiro caso, parar só se for por uma escolha de natureza celibatária, como muitos considerados “santos” o fizeram (embora Deus saiba suas lutas). Nesse caso, não há mais sexo, embora a sexualidade continue homossexual para sempre.

Já nos dois últimos casos, somente um forte desejo de reversão, e que não deve ser motivado por culpa moral, mas por identificação da verdade interior como sendo outra, a qual a pessoa precisa reconhecer como tendo sido desfigurada pelas más esculturas que se fez na alma, ou que se permitiu que fossem feitas na matéria da alma.

Não fui chamado para fazer reversões sexuais impossíveis, e nem tampouco enganar as pessoas vendendo tal mentira e impossibilidade. No entanto, como meu interesse é em saúde humana, psicológica e espiritual, sempre que ouço que alguém é gay, mas também gosta ou já gostou do oposto, então, minha consciência manda que tal pessoa busque mais fundo a verdade dentro de sua alma; e isso não por questões morais ou de danação eterna, mas sim em razão de que a vida abundante em Cristo só é possível quando a pessoa, em verdade, diante Dele, abraça quem ela própria é; deixando-se, daí para frente, conduzir pela Graça que põe tudo e todos em seus próprios lugares interiores.

Mas quando as pulsões sexuais são da mesma natureza consistente a vida toda, não há dúvida que tal pessoa é quem sente ser; e nada há a fazer a esse respeito, a não ser abraçar a alma com respeito, dignidade, reverencia, e amor próprio; levando todo o ser à presença da Luz, para, então, aprender a crescer na paz.

Creio que Deus quer que as pessoas sejam quem são no melhor do que elas podem ser, no conjunto de possibilidades que cada um tem e vive.

Quanto a ser gay e ser de Jesus, uma coisa nada tem a ver com a outra; e no dia da Luz, quando os segredos dos corações se abrirem, eu estarei lá, e verei o quão perversos os “irmãos” foram com quem não teve a ventura natural de nascer gostando do que todos nasceram para gostar, embora haja anomalias na constituição da alma de alguns.

A Bíblia condena na Lei um homem deitar com outro homem, assim como condena deitar com a tia, a prima, a parenta chegada, o cachorro, a vaca, a cabritinha, etc... Assim como também proíbe um monte de outras coisas, todas no mesmo contexto, variando apenas as “penas”, que poderiam ser de natureza apenas purificatória, passando pelo exílio, e podendo chegar ao apedrejamento.

No Novo Testamento há algumas denúncias feitas aos efeminados e homossexuais, do mesmo modo que há contra os fofoqueiros, os facciosos, os inafetivos, os mentirosos, os feiticeiros, os falsos profetas, e os hipócritas. Ora, todas essas coisas, se absolutizadas como comportamentos e atitudes irredimíveis, colocam, virtualmente, todos sob condenação (até porque as listas são bem mais extensas, e vão de coisas comportamentais a realidades apenas interiores, como o espírito faccioso e inafetivo: “sem afeição natural pelos pais”, por exemplo).

Portanto, duas coisas devem ser ditas:

1. Todos pecaram, e TODOS, igualmente, carecem da glória de Deus. E isto é absoluto.

2. As referências que Paulo faz em Romanos 1 às praticas romanas não podem e não devem ser aplicadas ao contexto do homossexual, mas apenas do “homossexualismo”, o qual, mais do que uma condição constitutiva (muitas vezes nem é), é uma escolha pela “putaria”, pela suruba, pela orgia, pelo bacanal (Baco), pela glutonaria, pelos swings, pela troca de casais, e por um estilo de existência no qual Sodoma e Gomorra haviam se tornado um “jardim da infância”. Acho uma perversidade fazer da análise “conjuntural” que Paulo fez de uma situação que se instalara como ideologia da perversão social e global, e aplicarem isto a um indivíduo simples, que não deseja a corrupção, nem ama a promiscuidade, desejando apenas um lugar ao sol.

Eu, todavia, creio que a Igreja tem que ser como uma Família cheia do Amor de Deus.

Nesse caso, pessoalmente, levando em consideração que o Projeto do Principio (Gênesis) tem a ver com a união de macho e fêmea, homem e mulher, julgo que a liderança da comunidade deve manter tal referência, embora, na igreja, deva haver lugar e espaço para todos, até porque não é papel da igreja se meter na vida de ninguém que não tenha pedido opinião, desejando apenas estar no lugar e ouvir a Palavra, como qualquer outro ser humano.

A Igreja não é o Espírito Santo, não é o Pai, nem o Filho, e nem a representante do Juízo de Deus na Terra; sendo seu chamado apenas para ser a proclamadora da Boa Nova de que Deus já se reconciliou com o mundo, em Cristo. Seja qual for o caminho de Deus para a vida humana, saiba: Ele nunca acontecerá em nenhum chão que não seja Verdade.

Como pode uma pessoa nascer gay?

Resposta:

Conforme já falei acima, tais casos acontecem em várias perspectivas; há aqueles que carregam distúrbios hormonais desde sempre; há aqueles que nasceram com anomalias genéticas e até físicas, sexualmente falando (como hermafroditas); há aqueles que nasceram com um “aparelho psíquico” invertido, conforme inúmeras demonstrações. Eu mesmo acompanhei meninos que nasceram “psicologicamente meninas” desde sempre. O mundo animal não só está cheio de relações homossexuais, como também está cheio de seres mutantes, os quais mudam de sexo ou são andrógenos, sem falar que há criaturas que mudam de sexo conforme a necessidade ambiental.

Golfinhos e outros animais (especialmente mamíferos) praticam relações homossexuais com total naturalidade e com mais freqüência do que praticam as relações heterossexuais; as quais, quase sempre, só acontecem quando as fêmeas estão dispostas ao acasalamento. Do contrário, uma vez passada a “estação da procriação”, as fêmeas seguem juntas — com muita troca de carinho entre elas, enquanto cuidam dos filhos — e os machos prosseguem viagem, praticando sexo uns com os outros mar afora, até o tempo de encontrarem as fêmeas para procriar outra vez. Aqui, todavia, não “justifico” nada; mas apenas digo a você que a natureza está cheia de exemplos.

Ora, o mesmo se pode dizer de muitos outros animais. Todavia, macacos são os mais frenéticos nessa liberdade; e diversas espécies vivem naturalmente esse tipo de coisa. O que eu particularmente noto é que quanto mais “mamífera” é a espécie, mais comum é a homossexualidade.

O conceito de “anomalia” é algo muito moral para nós humanos. Veja: os leprosos já foram os grandes doentes físicos que carregaram o estigma moral de algo que nada mais era que “anomalia”, do ponto de vista médico. Mas até que isto ficasse claro (há poucas décadas), os leprosos continuavam a ser os amaldiçoados “leprosos”. Até a “cegueira de nascença” foi interpretada como uma “anomalia” de natureza “moral”: “Quem pecou?” (Jo 9).

A resposta de Jesus diz que as “anomalias” são coisas “particulares”. Ou seja: Ele não nos deu uma “teologia do anômalo”, mas apenas disse que “naquele caso” aquilo tinha um propósito para o homem, não para a sociedade julgadora. E o interessante é que Jesus sempre trata caso a caso, coisa a coisa, e não dá mandamentos acerca das “anomalias”, exatamente porque as “anomalias” são “particulares”; e, portanto, cada uma delas merece um trato direto, particular, pessoal, e não universal.

O problema é que alguém nascer com Síndrome de Down, ou com desordens de natureza genética, ou de qualquer outra forma, não choca tanto, pois não atinge a área sexual como função ou desejo invertido.

Há dois grandes tabus acerca de anomalias no meio cristão:

1. O tabu da doença mental ou da disfunção cerebral, neurológica ou psíquica.

2. O tabu das anomalias sexuais, as quais são sempre vistas como se via o antigo “leproso”.

Homem e mulher foram feitos um para o outro, e esse é o ideal de Deus para a vida humana. No entanto, há homens que nascem desejando uma mulher, mas o pênis é anômalo (pequeno ou monstruosamente grande); há aqueles que querem casar, mas são doentes fisicamente; e há aqueles que desejam se unir a alguém, mas, por um grave defeito físico, acabam sozinhos. O que é isso? Não é anomalia? Não está presente na natureza?

Ora, este mundo é caído; e, nele, crescem “cardos e abrolhos” (conforme o Gênesis), o que é uma simbolização das mutações e das anomalias que invadiriam a vida no “Jardim” que um dia a Terra foi. Minha consciência em Cristo me manda crer como creio e dizer o que digo; posto que sei que num mundo caído, o principio é o seguinte:

Foste chamado livre, não te tornes escravo de ninguém; foste chamado sendo escravo, aproveita a oportunidade da libertação se ela vier. Mas se não vier, faze o melhor que tu puderes da vida que tu tens. Cada um ande conforme foi chamado! Esta é a síntese do que Paulo ensina em I Coríntios 7.

O mesmo se vê quando Paulo anuncia o ideal em Cristo de que não há mais sexismos (homem e mulher), nem mais etnicismos (judeu, grego, bárbaro, cita, etc...), nem carmas sociais e econômicos (escravo ou livre); posto que em Cristo, todos são Um. No entanto, mesmo crendo assim, Paulo faz “gestão do mundo real”, visto que o ideal não chegou como real ainda; de tal modo, que se deve buscar o ideal, mas, enquanto isto, deve-se fazer gestão sábia do mundo real, onde pessoas reais, com situações reais, existem, vivem, sofrem; e, muitas vezes, estão totalmente presas, e sem alternativas que lhes sejam divisadas.

Desse modo, mesmo crendo que não deveria haver sexismo, etnicismos, ou carmas sociais e econômicos, Paulo recomenda que os “senhores” tratem bem os “escravos”; que os “escravos” trabalhem de coração servindo a seus “donos”; que os “diferentes etnicamente” se aceitem; e que as mulheres não sejam escandalosas no exercício da liberdade que em Cristo já “tinham” (naqueles dias), mas que não era ainda algo assimilado como “costume social” — Paulo usa essa palavra: costume, em I Coríntios de 10 a 14.

Ora, é também por essa razão que ele manda que os bispos sejam maridos de uma só mulher. E por quê? Ora, nas sociedades onde ele pregava, havia muita gente vivendo e possuindo não só mais de uma mulher, mas, também, mais de uma família. Então, o que ele faz? Ora, ele acolhe tais pessoas, conforme vêm, porém, recomenda que a liderança da igreja aponte na direção do ideal monogâmico da Escritura; daí, quem já veio com o problema, mas foi “chamado” pela Graça assim mesmo, que seja acolhido; porém, como suas vidas já estão marcadas por uma situação não ideal e, todavia, irreversível, Paulo então recomenda que do meio de tais contradições a liderança não seja escolhida; e isto apenas porque a verdadeira Igreja acolhe quem vem e como vem, mas aponta o sentido ideal quando apenas escolhe para ser bispo aquele que é casado de modo monogâmico. Esse é o espírito de Paulo no trato das “anomalias da existência”.

Dê graças a Deus que você não tem em casa um filho ou parente amado que nasceu gay (poderia ter sido cego de nascença). Isto porque, se isso lhe acontecer ou acontecesse, na mesma hora você entenderia sem hesitação o que eu estou dizendo; posto que somente os duros de coração, ou os que só vêem o problema de longe, em gente que nem existe para eles, é que pode achar que o modo de tratar a questão e acolher as pessoas pode ser diferente, e, ainda assim, ser conforme o espírito do Evangelho.

O que Jesus disse dos eunucos serve também para os gays: uns nascem, outros se fazem e outros são feitos!

E que ninguém pense de mim nada além do que aqui digo.

Reconheço, no entanto, estudando a história, que há “surtos” de nascimentos gays, escolhas gays, e formações e condicionamentos gays de tempos em tempos na história humana; especialmente do ocidente.

Também creio que uma das razões pelas quais há mais gays no ocidente do que no oriente, assim como há mais gays urbanos do que indígenas, revela que além de casos de “anomalias”, há, sobretudo, a favorabilidade do ambiente cristão ocidental, o qual, pela moral neurótica, e pela fixação também neurótica na questão sexual, acabou por se tornar no maior viveiro de gays da Terra; tanto de gays-gays, como também dos “produzidos”; e, sobretudo, dos que se entregaram à orgia; fato esse muito mais comum no ocidente cristão e sexualmente compulsivo do que em qualquer outro lugar da Terra.

Esta é minha opinião!

E faz tempo que vejo, observo, estudo, lido, e me apiedo de tais situações!

Espero lhe ter sido útil!

Receba meu carinho!

Nele, em Quem todos são filhos quando o amam como Pai.

*carta retirada de www.caiofabio.net

Os testemunhos que você NÃO vai ouvir naquela igreja evangélica


Como é sabido, não basta pregar Teologia da Prosperidade: tem-se que ter testemunhos poderosos de como o deus-mordomo deles é poderoso para realizar todos os desejos de quem dá os dízimos e ofertas, sendo quase um gênio da lâmpada gospel. Assim, nessas igrejas os testemunhos são todos de grandes vitórias, do fulano que morava na rua e agora tem 3 casas, 2 carros e um iate, do sicrano que conseguiu restituir o casamento e ficar milionário (não necessariamente nessa ordem), do outro que foi curado das doenças mais incríveis.
É claro que Deus tem poder para fazer tudo isso e muito mais, mas e Sua vontade soberana onde fica?
Abaixo alguns testemunhos que você nunca ouvirá nas "igrejas da prosperidade", mas que glorificam e exaltam verdadeiramente o Senhor, não os falhos seres humanos.
"Antes de aceitar a Jesus eu tinha um certo prestígio e um bom emprego. Mas depois de conhecer a Jesus minha vida melhorou inexplicavelmente! Perdi o emprego, perdi os amigos do templo, fui açoitado, apedrejado, ameaçado de morte, passei por naufrágios, ganhei um 'espinho na carne' e tive passagem até por prisões. Glória a Deus, aleluias!!!" - Paulo de Tarso
"Eu era muito rico, tinha tudo do bom e do melhor mas algo faltava na minha vida. Mas aí Jesus tocou no meu coração e minha vida melhorou completamente! Abri mão de toda a minha fortuna e fui trabalhar com os pobres e humildes. Passei por muitas dificuldades, mas glória a Deus!!!" - São Francisco de Assis
"Irmãos, na semana passada pedi oração pelo filho do meu vizinho que tinha sido preso por pregar o Evangelho. Hoje soube do que lhe aconteceu: foi apedrejado e morreu por amor a Jesus Cristo. Glória e louvor ao Único Digno!!!" - vizinha da família de Estêvão
"Deus finalmente trouxe a resposta à nossa campanha de jejum e oração por nosso irmão. Nessa tarde ele foi morto na fogueira por defender o Evangelho de Jesus. Enquanto era consumido pelas chamas, quem assistiu disse que ele cantava 'Jesus Cristo, Filho do Deus Vivo, tem piedade de mim'. Seu coração, encontrado entre as vísceras, foi espetado numa estaca e assado até se consumir por completo, numa morte humanamente humilhante. O Senhor seja louvado, glórias a Deus!!!" - amigo de John Huss
"Nosso irmão Policarpo se recusou a adorar ao César, e Deus lhe deu uma grande vitória. Foi levado ao tribunal, e continuou rejeitando adorar o César e se dizer cristão. Aí foi condenado à fogueira, mas não deixou que o pregassem e disse: 'Deixem-me como estou. Não é preciso prender-me com pregos, pois Aquele que me dá forças para suportar o fogo também me fará permanecer na fogueira sem eu querer fugir. Ó Pai, eu te bendigo por me teres considerado digno de receber o meu prêmio entre os mártires'. Aí acenderam a fogueira, mas o fogo ficou ao redor do Policarpo e não o queimava, e então o carrasco lhe enterrou uma espada e saiu tanto sangue que apagou a fogueira. Aleluias!!!" - cristão que prefere manter o anonimato
"Soubemos que Deus completou a obra na vida dos irmãos Maturo, Santo, Blandina e Átalo. Após passarem a noite sofrendo as piores torturas, continuaram a se dizer cristãos. Os carrascos ficaram extenuados de tanto tortura-los, e mesmo assim não negaram sua fé. No dia seguinte foram jogados na arena, para serem comidos pelas feras. A irmã Blandina foi colocada numa cruz, e as feras não lhe tocaram, e foi jogada novamente na masmorra, onde foi executada dias depois. Com certeza receberam o maior dos tesouros: o galardão no Reino dos Céus. O Senhor seja louvado sempre!!!" - membro da igreja primitiva
E você? Seria capaz de dar glórias a Deus se algum dia um testemunho desses fosse dado em sua igreja? E você glorificaria a Deus se, ao invés das vitórias humanas, Ele lhe presenteasse com um testemunho desses?
Alguns testemunhos foram adaptados d' O Livro dos Mártires, de John Foxe, Editora Mundo Cristão - essa leitura não será recomendada nas igrejas da demoníaca Teologia da Prosperidade.

Marcos Feliciano suas heresias.



A polêmica reportagem sobre a teologia do cai-cai  proporcionou um enorme burburinho entre os evangélicos. No intuito de esclarecer o pensamento de alguns dos evangélicos, o Portal Gospel Prime , entrevistou o pastor Marco Feliciano sobre o polêmico tema.

O cantor, pastor e deputado federal Marcos Feliciano, ao ser questionado se conhecia o Bispo Macedo e se já havia debatido com ele respondeu:

"– Nunca até porque eu sempre o admirei. Creio na fé que ele prega, que Deus atende sacrifícios. Mas agora estou com ojeriza, repulsa, nojo mesmo. Pois ele fere uma multidão de pessoas que oraram por ele e contribuíram para comprar essa emissora que agora presta esse desserviço a fé brasileira."

Espere um pouco, será que eu entendi o que Feliciano disse? Foi isso mesmo? Ele disse que Deus atende sacrifícios?  Que isso!!! O dia hoje verdadeiramente está cinzento! Senão bastasse as bobagens macedianas, as loucuras do Valdomiro, as heresias do Silas Malafaia e as atrocidades do neo pentecostalismo, eis que surge o Feliciano falando que Deus atende sacrifícios.

Sinceramente alguém precisa falar com esse tal pastor, que a salvação é pela graça e que nada que façamos pode sensibilizar o Eterno. Deus não requer de nós sacrifícios nem tampouco que paguemos por suas bênçãos, mesmo porque, aquilo que nos dá é fruto de sua maravilhosa graça.

Ah! Dias difíceis os nossos!

Isto posto, faço minhas as palavras do Pr. Paulo Cesar do grupo Logos:


Eu sinto verdadeiro espanto no meu coração

Em constatar que o evangelho já mudou.

Quem ontem era servo agora acha-se Senhor

E diz a Deus como Ele tem que ser ...

Mas o verdadeiro evangelho exalta a Deus

Ele é tão claro como a água que eu bebi

E não se negocia sua essência e poder

Se camuflado a excelência perderá!

O evangelho é que desvenda os nossos olhos

E desamarra todo nó que já se fez

Porém, ninguém será liberto, sem que clame

Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

O evangelho mostra o homem morto em seu pecar

Sem condições de levantar-se por si só ...

A menos que, Jesus que é justo, o arranque de onde está

E o justifique, e o apresente ao Pai.

Mostra ainda a justiça de um Deus

Que é bem maior que qualquer força ou ficção

Que não seria injusto se me deixasse perecer

Mas soberano em graça me escolheu

É por isso que não posso me esquecer

Sendo seu servo, não Lhe digo o que fazer

Determinando ou marcando hora para acontecer

O que Sua vontade mostrará.

O evangelho é que desvenda os nossos olhos

E desamarra todo nó que já se fez

Porém, ninguém será liberto, sem que clame

Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.

Porém, ninguém será liberto, sem que clame

Arrependido aos pés de Cristo, o Rei dos reis.


Deus tenha misericórdia do povo evangélico que vivem servindo a esses bandidos da fé!

O Evangelho de Marcos Feliciano e a venda moderna de indulgências

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O pastor Marcos Feliciano lançou em seu site a campanha “O milagre vai acontecer.” Nele, o famoso pregador traz orientações práticas de como o milagre poderá acontecer, sendo que uma delas seria sacrificar o valor simbólico de R$ 7,00 (sete reais), que deverá será enviado através de depósito ou boleto bancário ou transferência eletrônica, para uma de suas contas bancárias.
http://www.marcofeliciano.com.br/site2007/Campanha7DiasDeOracao.asp  
Agora que ele é Deputado e tem outros meios para arrecadar grana, retirou a campanha dos R$ 7,00 do site.

Pois é, infelizmente a cada dia somos surpreendidos com novos fatos que nos levam a mais profunda perplexidade. As praticas litúrgicas por parte da igreja evangélica brasileira fazem-nos por um momento pensar que regressamos aos tenebrosos dias da idade média. Nessa perspectiva, as bênçãos de Deus não são frutos de sua maravilhosa graça, mais sim, conseqüências diretas de uma relação baseada na troca ou no toma-lá-dá-cá ou da comercialização das bênçãos de Deus.

Por favor, responda sinceramente: Qual a diferença da oferta extorquida do povo sofrido nos dias atuais pra venda das indulgências da idade média? Qual a diferença dos utensílios vendidos no século XVI, para os que comercializados em nossos templos nos dias de hoje? Atrelar o milagre de Deus a uma oferta de R$ 7,00 no mínimo fere os princípios da moral e da decência. E esse é o homem que os evangélicos querem na Comissão dos Direitos Humanos?

Sem a menor dúvida afirmo que o evangelho pregado pelos inquisidores do século XXI contrapõe-se em gênero, número e grau ao evangelho da salvação eterna. Acredito piamente que diante de tantas aberrações pregadas em nossos dias, o lema “Eclésia reformata, semper reformanda”, deveria ressoar em nossos ouvidos e corações, desafiando-nos à responsabilidade de continuamente caminharmos segundo a Palavra, sem nos deixarmos levar por ventos de doutrinas e movimentos que tentam transformar a Igreja de Cristo, num circo eclesiástico, nas mãos de líderes inescrupulosos, que manipulam o povo ao seu bel prazer, tudo isso em nome de Deus!

Pense nisso!

O que acontece quando uma igreja abandona a autoridade das Escrituras?



Uma das maiores tragédias que pode acontecer a uma igreja é o abandono da autoridade das Escrituras. Quando isso acontece, alguns problemas aparecem a reboque, senão vejamos:

1- O surgimento do liberalismo teológico.

Sem sobra de dúvidas o liberalismo teológico é um câncer que vagarosamente arrebenta a saúde da Igreja. Como bem afirmou Augustus Nicodemus os "Liberais são parasitas, e assim como um vírus se instala num organismo debilitando o corpo do individuo, da mesma forma eles se instalam na igreja sugando-a até ficar só a carcaça, para depois buscar outro hospedeiro".

2- A relativização da Palavra de Deus.

Um claro exemplo de alguém que abandonou o suficiência das Escrituras  é Rob Bell. O fundador da mega-igreja Mars Hill Bible Church, em Grandville, Michigan há pouco afirmou ser favorável ao casamento homossexual. "Sim, eu sou favor do casamento. Estou a favor da fidelidade. Sou a favor do amor, seja entre um homem e uma mulher, ou entre duas mulheres, ou de um homem com outro homem (…) este é o mundo que estamos vivendo e precisamos apoiar as pessoas sem importar o modo como estejam.”, disse o pastor. Noutra aoportunidade Bell já havia negado a literalidade dos milagres, o nascimento virginal de Cristo e a salvação por meio dele, isso sem falar no universalismo (crença de que todos serão salvos, mesmo sem nunca crer em Cristo).

3- O sincretismo religioso

Quando a Bíblia deixa de ser ouvida como única e exclusiva fonte de autoridade doutrinária, outras fontes encontram eco no coração dos homens. Nessa perspectiva abre-se espaço para o sincretismo religioso o qual por razões óbvias tem feito um enorme mal a Igreja brasileira. Olhe para igreja Universal do Edir Macedo, a Vitória em Cristo do Malafaia, (que aprendeu com o Macedo a tomar dinheiro dos crentes). E dezenas de outras igrejas bem conhecidas no Brasil.

4- O misticismo exacerbado.

Uma das principais marcas de uma igreja que abandonou as Escrituras é o misticismo. Para estas, o que vale são as experiências com o Eterno e nada mais. Para os adeptos deste tipo de comportamento a experiência é mais importante que a Palavra de Deus. Nessa perspectiva se alguém vivencia um evento místico que se contrapõe as doutrinas bíblicas este evento precisa ser valorizado em detrimento as Escrituras que deve ser rechassada ou no máximo colocada no mesmo pé de igualdade da experiência vivenciada.

5- O descompromisso com a sã doutrina

Uma igreja que abandonou as Escrituras não é uma igreja compromissada com a Palavra de Deus. Na verdade, uma igreja que não estuda e prega sistematicamente a Palavra de Deus deixou de experimentar em sua vida comunitária ensinamentos indispensáveis a saúde cristã.

6- O abandono da evangelização

Uma igreja que abandona as Escrituras não evangeliza mais. Uma igreja onde a Bíblia não é ensinada não existe paixão pelas almas e pelo seu destino eterno. Igrejas deste nipe, pregam sobre como ter uma vida vitoriosa, ou como ser próspero, ou até mesmo como possuir uma família perfeita, no entanto, não pregam mais o fato inexorável de quem sem Cristo os homens irão para o inferno.

O verdadeiro conhecimento de Deus está na Bíblia, e ela é o escudo que nos protege do erro. Portanto, em tempos difíceis como o nosso, precisamos regressar URGENTEMENTE à Palavra de Deus, fazendo dela nossa única regra de fé, prática e comportamento.

Como identificar uma igreja séria?



Parte da sociedade brasileira acredita que todos os pastores são safados, ricos e que extorquem dinheiro do bolso dos fiéis, senão bastasse isso, um segmento significativo da sociedade brasileira pensa que no Brasil não existem igrejas sérias. Ora, claro que não dá para tapar o sol com a peneira contestando de forma absoluta esta afirmação, mesmo porque, é inegável a existência de pastores desonestos como também de falsas igrejas. Todavia, seria injusto afirmar que todas as igrejas são farinha do mesmo saco. Isto posto, resolvi escrever algumas dicas para que os leitores desse post possam identificar uma igreja séria.

1- Uma igreja séria jamais será propriedade particular do pastor. Numa Igreja séria a assembleia dos crentes é maior do que o seu líder, podendo destitui-lo de sua função pastoral, desde que seu comportamento, ensino e teologia estejam em desacordo com as Escrituras. Nesse caso está desqualificada a igreja Universal, igreja da graça, igreja mundial, vitória em Cristo (do Malafaia), catedral do avivamento (do Marco Feliciano), etc.

2- Uma igreja séria tem por sua única e exclusiva regra de fé a Bíblia Sagrada e entende que nenhuma doutrina pode ser ensinada ou pregada sem que esteja fundamentada exclusivamente nas Escrituras.

3- Uma igreja séria não manipula seus fiéis comercializando a fé obrigando-os a ofertar e dizimar sobre pena de maldição caso não deposite suas contribuições no caixa da igreja.

4- Uma igreja séria lida de forma transparente com suas finanças permitindo com que qualquer um dos seus membros saiba aonde e com o que os recursos do Reino tem sido gastos. Não faz como o Silas Malafaia, que bota 90% da sua riqueza em nome de laranjas, e ainda tem a ousadia de mostrar o imposto de renda para enganar os crentes desavisados.

5- Uma igreja séria possui uma mensagem centrada em Cristo. Seu foco central é Cristo bem como a mensagem do seu maravilhoso evangelho.

6- Uma igreja séria não possui uma mensagem antropocêntrica, nem tampouco faz do seu Senhor instrumento exclusivo para satisfação humana, antes pelo contrário, uma igreja séria prega a mensagem da cruz.

7- Uma igreja séria prega TODO Conselho de Deus. Numa igreja séria a Bíblia é proclamada e as doutrinas fundamentais da fé cristã não são negligenciadas.

8- Uma igreja séria prega o Evangelho da Salvação Eterna confrontando o homem em seus delitos e pecados de modo que a mensagem anunciada promove entre os eleitos, arrependimento, fé e salvação.

9- Uma igreja séria contribui para a mudança da sociedade promovendo na cidade que está edificada ações que resgatam a dignidade, o respeito e o valor da vida humana.

10- Uma igreja séria entende, compreende e discerne que existe exclusivamente para a glória de Deus e que tudo aquilo que faz deve visar efetivamente a exaltação do nome do seu Senhor.

11- Uma igreja séria entende que sem Cristo nada se pode fazer e que somente por Ele é possível seu bem sucedido em sua missão.

12- Uma igreja séria está fundamentada em amor. Seus membros foram resgatados por Cristo em amor, e por isso pregam este amor, no desejo de que outros tantos possam experimentar esse sublime e marvilhso amor.

Pense nisso!

Aprenda a como enriquecer em pouco tempo

É possível que você tenha chegado a este texto motivado pelo título da mensagem. Quem sabe você esteja querendo descobrir uma fórmula mágica que o ajude a enriquecer rapidamente?

Pois é, lamento lhe informar, mas essa fómula não existe (a menos que você vire pastor da teologia da prosperidade...rsrs). Isso mesmo, não existe meio, modo ou maneira que possa enricar o homem de uma hora para outra.

Do ponto de vista bíblico a prosperidade ou enriquecimento não se dá de modo instântaneo. Na verdade, as Escrituras nos ensinam que a prosperidade é fruto do trabalho e os frutos do trabalho nem sempre se manifestam de forma imediata, não é mesmo?

O reformador francês João Calvino acreditava que a prosperidade só era possível desde que fosse consequência direta do trabalho.

Isto posto, gostaria de lhe dar algumas dicas, que talvez não o enriqueça, mas com certeza o ajudará a viver a vida com dignidade.

1- Aumente sua escolaridade.

Uma das principais marcas de um povo desenvolvido é educação. Infelizmente por fatores diversos, milhões de pessoas em nosso país vivem a margem da sociedade simplesmente pelo fato de terem abandoram a escola. Tenho plena convicção que ao voltar a sala de aula o crente será abençoado por Deus dando-lhe assim novas ferramentas que o ajudarão a experimentar a tão sonhada prosperidade.

2- Melhore qualificação profissional.

Prosperidade se dá mediante o trabalho. Invista na sua profissão. Faça cursos, participe de simpósios, leia muito e aprenda com quem sabe. Nesta perspectiva, seja o melhor sapateiro, eletricista, pedreiro, médico, dentista, advogado, professor e experimente das bênçãos do Senhor.

Caro leitor, tenho plena convicção que se desejarmos construir um país decente e sério, necessitamos romper com alguns paradigmas que nos cercam. Nações bem sucedidas são aquelas que se empenham na construção de valores e conceitos como honestidade, equidade, ética e retidão.

Infelizmente no país do gospel e do decreto espiritual apóstolico, o trabalho nem sempre é visto com bons olhos, até porque nesta perspectiva neopentecostal, o trabalho foi feito para gente miserável e desqualificada que precisa sobreviver.

Isto posto, afirmo que o tempo de mudarmos nossos conceitos e valores é esse, além é claro de semear no coração do crente em Jesus , a idéia de que o trabalho é reflexo de uma grande bênção divina, a qual deve ser valorizado e dignificado.

4 lições básicas que a cruz de Cristo pode ensinar aos pastores neopentecostais



Hoje, sexta feira, milhões de pessoas em todo o planeta estão a lembrar da morte de Jesus na Cruz do calvário. As Escrituras afirmam que Cristo carregando a sua própria cruz saiu para o lugar chamado Gólgota, onde foi crucificado. (Jo 19:17-18).

A Cruz é mensagem central da nossa pregação. A morte do Cordeiro que tira o pecado do mundo deve ser a nossa proclamação. O sangue justo derramado na cruz a favor dos eleitos deve ser a nossa ênfase principal. A cruz é o centro da história do mundo. A encarnação de Cristo e a crucificação de nosso Senhor são o centro ao redor do qual circulam todos os eventos de todos os tempos. No entanto, parte das igrejas evangélicas brasileiras tem pregado um evangelho muito diferente do evangelho da Bíblia. Em dias tenebrosos como os nossos, muito se tem falado sobre vitória, bênçãos e prosperidade, contudo, quase não ouvimos mais pregações sobre a centralidade da Cruz. O saudoso pastor anglicano John Stott acerta vez afirmou que um dos mais graves equívocos da igreja evangélica é querer um cristianismo sem cruz.

Isto posto, gostaria de elencar alguns pressupostos bíblicos e teológicos extremamente importantes sobre a cruz de Cristo:

1- Na Cruz todo escrito de dívida que era contra nós foi cancelado. Em outras palavras não existe nenhuma maldição que possa prevalecer, amedrontrar ou escravizar aqueles que tiveram um encontro com Cristo. A morte do Jesus foi suficiente para quebrar todo tipo de maldição. Paulo afirma que o Senhor nos libertou do império das trevas e nos transportou para o Reino do Filho do seu amor. Se não bastasse isso, as Escrituras são claras em afirmar que se o Filho nos libertasse verdadeiramente seríamos livres. Portanto assegurar que precisamos quebrar maldições hereditárias, e repreender de nossas vidas espíritos familiares, aponta para um profundo desconhecimento do significado da cruz.

2- O sacrificio de Cristo na cruz foi suficiente para libertar os eleitos das garras de satanás. Uma pessoa alcançada pelo Senhor não precisa fazer absolutamente nada para se ver livre das ações do cramulhão. Mediante a fé em Jesus e pela maravilhosa graça a nós concedida tornamo-nos livres do diabo. Isto significa dizer que o crente em Jesus não precisa expulsar encostos, fabricar amuletos mágicos, exorcizar espíritos familiares nem tampouco mistificar a fé.

3- A morte de Cristo na Cruz bem como o seu sangue derramado pelos eleitos foi suficiente para a nossa salvação. A cruz nos remete ao fato inexorável de que nada do que façamos pode atenuar a nossa dívida para com Deus. Portanto qualquer sacrificio ou oferta que apresentemos ao Senhor afronta de forma efetiva o nome do Eterno. "Esta consumado". Essa é a mensagem da cruz! Portanto, não precisamos mais de nenhum sacrifício , a sua Graça nos basta. Aleluia!!

4- A cruz de Cristo aponta para nossa miséria. Ora, A Bíblia nos ensina que independente de cor, raça, sexo e nacionalidade, nascemos em um estado de pecaminosidade, culpa, e morte espiritual. O ensino cristão é de que não existe um homem neste planeta que possa considerar-se justo pelos seus próprios méritos. Na verdade, a Bíblia afirma que “todos pecaram, e que todos estão destituídos da graça de Deus.” (Rm 3:23), diz também “que o salário do pecado é a morte” (Rm 6:23), e que quem peca, “transgride a lei” (I Jo 3:04), e que o pecado faz separação entre os homens e Deus. (Is 59:02)

Prezado amigo, a cruz é o atestado divino que somos pecadores e que somente por Cristo podemos obter perdão de todos nossos pecados. Ouso afirmar que a cruz é o principal simbolo da nossa redenção e salvação e que ao contrário de alguns ensinos neopentecostais que fazem da cruz o instrumento de "divinização" do homem, ela nos mostra o quão carentes, miseráveis e impontentes nós somos.

Louvado seja o Senhor pela morte de Cristo na cruz!

Como bem afirmou John Stott qualquer pessoa que investigue o cristianismo pela primeira vez ficará impressionada pelo destaque extraordinário que os seguidores de Cristo dão a sua morte. No caso de todos os outros grandes líderes espirituais, a morte deles é lamentada como fator determinante do fim de suas carreiras. Não tem importância em si mesma; o que importa é a vida, o ensino e a inspiração do exemplo deles. Com Jesus, no entanto, é o contrário. Seu ensino e exemplo foram, na verdade, incomparáveis; mas, desde o princípio, seus seguidores enfatizaram sua morte. Além disso, quando os evangelhos foram escritos, os quatro autores dedicaram uma quantidade de espaço desproporcional à última semana de vida de Jesus na terra – no caso de Lucas, um quarto; de Mateus e Marcos, cerca de um terço; e de João, quase a metade.

Oh! Quão maravilhosa é a mensagem da Cruz! Como diz a clássica canção: "Sim eu amo a mensagem da cruz, até morrer eu a vou proclamar, Levarei eu também minha cruz, até por uma coroa trocar.

Pense nisso!